Abaixo o bloqueio e não mais sanções contra a família cubana", foi hoje repetido por organizações em Miami que defendem o levantamento do cerco unilateral do governo dos EUA contra a ilha.
Reunidos no Flag Park do Aeroporto Internacional de Miami, representantes da Associação Cultural José Martí e de Puentes de Amor, entre outros grupos, manifestaram o seu repúdio pela continuação desta política hostil em relação a Cuba, que dura há mais de 60 anos.
A manifestação faz parte da caravana que se reúne aqui todos os últimos domingos do mês para lembrar ao Presidente Joe Biden que, com as novas eleições quase a chegar, ainda não cumpriu a sua promessa de 2020 de mudar a sua política em relação a Cuba.
Onde quer que estejas, levanta a tua voz pelo povo cubano, foi o apelo à participação neste domingo nesta nova manifestação.
As medidas coercivas dos Estados Unidos impedem a entrada de alimentos e medicamentos em Cuba, disse na véspera o activista Carlos Lazo nas redes sociais.
"O bloqueio visa matar de fome e de doença as crianças, os idosos, as mulheres e os homens" da ilha, acrescentou o professor cubano-americano, coordenador do movimento Pontes de Amor, lembrando que a tentativa de asfixiar a economia cubana provoca dor e morte.
As caravanas contra o bloqueio a Cuba ecoam noutras cidades dos Estados Unidos e do mundo e, mesmo no palco virtual, muitos exortam Biden a pôr de lado as políticas que caracterizaram essencialmente o seu antecessor no cargo, Donald Trump.
Uma das exigências mais prementes é a retirada de Cuba da lista de patrocinadores do terrorismo, designação que Trump reintroduziu dias antes de deixar a Casa Branca.
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