Venezuela

A presidente (E) da Venezuela, Delcy Rodríguez, reúne-se com uma delegação dos EUA.

A presidente rencarregada Delcy Rodríguez analisou, juntamente com uma delegação dos EUA, a resposta aos sismos, a cooperação no domínio da energia e a segurança binacional.

A presidente encarregada da República Bolivariana da Venezuela, Delcy Rodríguez, realizou esta quarta-feira, 29 de julho, uma reunião de trabalho com uma delegação de alto nível do Governo dos Estados Unidos, em Caracas.

Durante o encontro, no qual participaram o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, e o encarregado de negócios dos Estados Unidos, John Barrett, foi analisado o balanço da resposta ao duplo sismo registado neste país sul-americano no passado dia 24 de junho, bem como a cooperação binacional no domínio da energia, a captação de investimentos e a segurança integral.

Através das suas redes sociais, a chefe de Estado em funções reafirmou a importância de consolidar uma agenda comum orientada para o benefício de ambas as nações, no âmbito do restabelecimento das relações diplomáticas oficializado no passado dia 5 de março.

Nos dias anteriores, a presidente encarregada da Venezuela realizou também uma reunião de trabalho em Caracas com uma delegação do Congresso dos Estados Unidos, com o objectivo de analisar o estado das relações bilaterais e aprofundar a agenda conjunta em áreas estratégicas.

O encontro contou com a participação de autoridades do Ministério da Defesa, da Superintendência Nacional Antidrogas, do ministro do Comércio Externo, Félix Plasencia, e do vice-ministro Oliver Blanco.

Durante as sessões de trabalho, ambas as delegações avaliaram os acordos de cooperação bilateral em matéria de segurança fronteiriça e combate ao crime organizado transnacional. A delegação norte-americana era composta pelos congressistas Brian Mast, Randy Fine, Kat Cammack e Jonathan Jackson.

Estas conversações fazem parte do restabelecimento das relações diplomáticas concretizado no passado mês de março, com o objectivo de consolidar um diálogo construtivo baseado no respeito mútuo e no benefício social para ambos os povos.

A aproximação diplomática surge na sequência da agressão militar levada a cabo pelas forças norte-americanas a 3 de janeiro de 2026 e do subsequente sequestro do presidente constitucional da Venezuela, Nicolás Maduro, e da primeira-dama Cilia Flores, que permanecem detidos ilegalmente em Nova Iorque, à espera de um julgamento marcado para junho de 2027.

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