
Cuba denuncia o “circo patético de Miami” contra o General do Exército Raúl Castro Ruz
Díaz-Canel afirmou que «isso faz parte de uma atitude agressiva e surge em resposta aos contratempos sofridos ao tentar justificar o bloqueio e a punição coletiva contra o nosso povo»
«A acção repugnante contra o General do Exército, num circo patético em Miami, com motivação eleitoral, não tem, nem terá jamais, o mais mínimo sentido jurídico e muito menos prático».
Foi assim que, esta segunda-feira, através do X, o Primeiro Secretário do Comité Central do Partido e Presidente da República, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, denunciou o mandado de detenção sem fiança emitido pelo Procurador-Geral dos EUA contra o líder da Revolução Cubana, o General do Exército Raúl Castro Ruz.
«O Raúl é o Raúl, e perante cada afronta à sua figura encontrarão sempre a determinação de um povo em defender a Revolução», afirmou o chefe de Estado.
Além disso, Díaz-Canel classificou o acontecimento como uma «manobra de aparência legal orquestrada por políticos anticubanos contra Raúl e contra Cuba» e afirmou que «merece a nossa firme condenação».
«Faz parte dessa atitude agressiva e é uma resposta aos contratempos sofridos ao tentar justificar o bloqueio e a punição colectiva contra o nosso povo», sublinhou.
Na própria rede social, o membro do Bureau Político e ministro dos Negócios Estrangeiros, Bruno Rodríguez Parrilla, condenou essa «nova manobra infructuosa dos políticos anticubanos do sul da Flórida (…) que combinam com outras acusações batidas e infundadas contra Cuba».
O ministro dos Negócios Estrangeiros acrescentou que «são um reflexo da podridão política e do colapso moral com que um grupo de parasitas engana e defrauda os seus seguidores para que continuem a contribuir com angariações de fundos e financiamento. É assim que se sustenta a máquina agressiva da qual tantos têm vivido durante décadas, tirando partido da corrupção do sistema político norte-americano».
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