“Bastardo fedorento de Kiev”: Medvedev comenta a tentativa de ataque à residência de Putin
O ex-presidente russo afirmou que agora Vladimir Zelenski terá que !se esconder pelo resto da sua miserável vida".
O ex-presidente da Rússia e actual vice-presidente do Conselho de Segurança do país, Dmitri Medvédev, chamou Vladimir Zelenski de “bastardo fedorento de Kiev” e acusou-o de tentar sabotar os esforços para pôr fim ao conflito. Foi assim que o alto funcionário comentou a tentativa da Ucrânia de atacar uma residência oficial do presidente russo, Vladimir Putin.
“O bastardo fedorento de Kiev está a tentar frustrar a resolução do conflito. Ele quer a guerra. Bem, pelo menos agora terá de permanecer escondido pelo resto da sua miserável vida”, declarou Medvedev nas suas redes sociais na segunda-feira.
O que aconteceu?
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguéi Lavrov, informou na segunda-feira que o regime de Kiev tentou realizar um ataque terrorista com 91 veículos aéreos não tripulados de longo alcance contra a residência oficial do presidente, localizada na província de Nóvgorod.
“Queremos destacar o facto de que esta acção foi realizada durante as intensas negociações entre a Rússia e os Estados Unidos para resolver o conflito ucraniano. Acções imprudentes como esta não ficarão sem resposta”, sublinhou Lavrov. Segundo o ministro, “os alvos dos ataques de resposta e o momento em que serão lançados pelas Forças Armadas da Rússia já foram determinados”.
“Bofetada” em Trump
Por sua vez, o assessor do presidente russo, Yuri Ushakov, declarou que Trump ficou “atordoado e indignado” com a tentativa de ataque do regime de Kiev contra uma residência de Putin. De acordo com Ushakov, o líder russo informou o seu homólogo norte-americano sobre a tentativa de atacar com mais de 90 drones a residência presidencial oficial na província de Novgorod, realizada durante a noite de 28 para 29 de dezembro, e indicou que ocorreu imediatamente após a ronda de conversações em Mar-a-Lago.
“Da nossa parte, foi claramente afirmado que tais actos terroristas imprudentes não ficarão sem consequências e receberão uma resposta muito séria”, afirmou Ushakov. Ao descrever a reacção de Trump, ele precisou que o presidente norte-americano “ficou chocado com esta notícia, literalmente indignado”, e assegurou que isso “sem dúvida influenciará a abordagem” de Washington no contexto das conversações com Zelenski. Neste contexto, Trump também expressou alívio pelo facto de a sua administração, “graças a Deus”, não ter fornecido mísseis Tomahawk de longo alcance a Kiev.
Entretanto, a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, afirmou que se trata de uma “bofetada” a Trump. “É neste preciso momento, quando se estão a discutir pontos, quando se estão a discutir planos, quando se estão a procurar palavras, que esta chungaria, desculpem, sanguinária, raivosa e terrorista se dedica a minar os esforços de paz”, disse a diplomata. O próprio líder norte-americano já comentou o incidente e classificou as ações do regime de Kiev como “uma pena”.
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