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Rixi Moncada: não reconhecemos presidente de eleições nulas nas Honduras

Rixi Moncada convocou o povo a estar em "vigília e protecção" da victória do legítimo presidente da câmara do distrito central, Jorge Aldana.

A candidata presidencial pelo Partido Libre das Honduras, Rixi Moncada, declarou nesta segunda-feira que não reconhecem o presidente eleito após a fraude eleitoral ocorrida nas eleições do país.

“Não reconhecemos o presidente do fraude. As eleições são nulas, porque não contaram todos os votos, aparelhos biométricos, cadernos. O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) violou a soberania popular”, afirmou Moncada durante uma manifestação popular em frente ao edifício do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) em Tegucigalpa.

A política hondurenha, que ressaltou que nem todas as actas foram contadas, disse «às missões da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da União Europeia (UE) e aos países que reconheceram a vitória, que há responsabilidade penal, civil e administrativa do ponto de vista das nossas leis».

“Firme e forte contra o crime organizado, contra aqueles que, com fraude, coação e ameaças, impuseram um resultado eleitoral que não responde à vontade popular”, afirmou.

A candidata presidencial do partido Libre convocou a população a permanecer “vigilante e em protecção” da vitória do presidente da Câmara do distrito central, Jorge Aldama.

Ao afirmar que se recusaram a contar os votos, ela enfatizou que “cometeram fraude”. “Não convocaram os conselheiros, violaram a Constituição da República e todos os regulamentos. gozaram com o povo”, denunciou.

“Agradeço aos eleitores, a todo o povo que foi às urnas para impedir o regresso dos sedes, das privatizações, do narcotráfico, dos ladrões históricos, dos golpistas que saquearam este país. O povo foi às urnas para continuar com o seu processo de defesa da soberania popular”, salientou.

Moncada disse que “conseguiram a interferência do presidente dos Estados Unidos” e “a liberdade do maior chefão das Honduras”, Juan Orlando Hernández. “O crime organizado tem experiência em usurpar a soberania popular”, sublinhou.

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