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Governo do México reporta redução de 40% na taxa de homicídios

A presidente Scheinbaum atribuiu a queda à estratégia de segurança que coordena entre as corporações e agências federais com os governos estaduais.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, informou uma redução de 40% na taxa de homicídios, o número mais baixo desde 2016, conforme refletido no relatório anual de 2025, após reformas legais aprovadas pelo governo.

Entre os territórios com os maiores índices de homicídios, Guanajuato continua a liderar, mas a média diária de assassinatos diminuiu de 12,7 para sete. Na Baixa Califórnia, o segundo estado mais violento, os homicídios diminuíram de 7,13 para 4,13 por dia, informou a responsável pela secretaria executiva do Sistema Nacional de Segurança Pública, Marcela Figueroa.

A chefe de Estado destacou que a estratégia de segurança consiste em reduzir anualmente não só os homicídios, mas também alguns crimes de alto impacto na sociedade, como roubos de automóveis e residências.

«Em termos gerais, há uma redução na incidência de homicídios, embora em alguns casos tenha havido um aumento, trata-se de entidades onde a incidência de assassinatos é muito baixa e, portanto, não tem impacto no acumulado nacional», disse Scheinbaum durante a sua conferência diária, atribuindo a queda à estratégia de segurança que coordena entre as corporações e agências federais com os governos estaduais.

No que diz respeito ao Estado do México, Figueroa apontou uma diminuição de 54% nos homicídios, passando de 6,60 e três homicídios diários para 3,6. Destacou que, nos crimes de alto impacto, também houve uma redução de 47% na incidência criminal. Se em 2018 foram registados 969,4 crimes por dia, em 2025 o número caiu para 514,3.

Durante a sua conferência, desta vez na capital de Morelos, a presidente Scheinbaum sublinhou que, a partir das reformas legais aprovadas em matéria de extorsão, o objetivo é reduzir ainda mais esse crime.

As autoridades mexicanas informaram que nos próximos dias serão apresentados os resultados do Plano Michoacán, que foi implementado após o assassinato do presidente da câmara de Uruapan, Carlos Manzo. 

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