Brasil: Movimento Sem Terra enviará brigada juvenil à Venezuela e apoiará Gaza
Durante o XIV Encontro Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, debateu-se sobre a crise de hegemonia dos EUA.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra do Brasil (MST) informou que enviará uma grande brigada de jovens à Venezuela após o sequestro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores.
Da mesma forma, o movimento anunciou que participará na reconstrução da Faixa de Gaza, na Palestina, devastada pela escalada militar genocida de Israel, que deixou mais de 71.000 palestinos mortos e 171.372 feridos.
Assim afirmou Simone Magalhães, do sector Internacionalista do MST.
O XIV Encontro Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) começou na segunda-feira em Salvador da Bahia. Cerca de 3.000 militantes de todo o país reuniram-se na capital baiana para debater a estratégia política do Movimento.
O MST irá debater os seus estatutos gerais, a sua estrutura organizacional, táticas e planeamento para o próximo período.
El @MST_Oficial confirma que enviará una gran brigada de jóvenes a Venezuela y anuncia que participará en la reconstrucción de Gaza, en Palestina.
— André Vieira (@AndreteleSUR) January 21, 2026
Así lo afirmó Simone Magalhães, del Sector Internacionalista del MST. pic.twitter.com/swLzZs5jNx
O painel inaugural do encontro foi dedicado a debater a geopolítica mundial e a situação internacional atual, com a participação do jornalista Breno Altman e da ativista da Articulação Internacional dos Povos, Stephanie Weatherbee. Ambos destacaram a crise de hegemonia do imperialismo norte-americano.
“O mundo vive uma contradição que marcará os próximos anos: entre uma ordem unipolar moribunda, liderada pelos Estados Unidos, e o surgimento de uma ordem multipolar ainda em formação, impulsionada principalmente pelo crescimento económico da China e pelo fortalecimento do Estado-nação russo”, afirmou Breno Altman.
O analista afirmou que «o imperialismo em crise não se torna mais afável, mas mais violento, como uma fera ferida. O ressurgimento dos movimentos fascistas nos países imperialistas é produto dessa crise».
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