Venezuela

O presidente Maduro conecta 5.338 circuitos comunitários com o Conselho Federal

O presidente Nicolás Maduro instalou oficialmente o Conselho Federal de Governo em apoio ao Poder Popular.

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, destacou nesta quarta-feira que o Conselho Federal de Governo deve se estabelecer como a máxima instância de coordenação executiva, devido à sua importância decisiva como porta-voz da liderança do poder popular.

O mandatário venezuelano orientou a Assembleia Nacional a revisar a lei do Conselho Federal do Governo, para incluir as comunas e circuitos comunais, dado o peso que o processo de consulta popular adquiriu na nação bolivariana.

“Para que os e as presidentes de câmara analisem minuciosamente os recursos executados e a executar e para que o poder popular seja firmemente apoiado pelos governadores, governadoras, presidentes e presidentas de câmara na execução dos seus projectos, com apoio profissional, maquinaria e recursos para o desenvolvimento de todos os projectos”, indicou a partir da Praça Bicentenária do Palácio de Miraflores, em Caracas (capital).

Nesse sentido, afirmou que a Venezuela conseguiu “um método magnífico para construir uma democracia verdadeira, directa, completa, popular, comunitária e vizinha, com a palavra, a acção e o poder intransferível do povo da Venezuela, de acordo com o artigo cinco da Constituição».

Reiterou o mandato de que a soberania reside plenamente no povo e afirmou que “é a base paradigmática de um novo conceito de democracia que está em fase avançada de construção”.

Nesse sentido, o presidente Maduro sublinhou que “a democracia está em fase permanente de construção”. E destacou o esforço que o país tem feito “para defender o direito à paz, à tolerância e à harmonia”.

“Creio que a instalação deste Conselho Federal de Governo, uma vez concluído o ciclo constitucional de eleição das suas autoridades a nível municipal, regional e nacional, é uma mensagem poderosa de que a Venezuela está no caminho da institucionalidade, do respeito e da tolerância”, precisou.

O chefe de Estado venezuelano destacou que o que aconteceu em 27 de julho foi uma mensagem de paz. “Este povo rejeita as ideologias de ódio, vingança e revanche”, bem como os apelos públicos à intervenção estrangeira, bloqueios e sanções.

Nesse sentido, destacou que o povo quer que os seus assuntos sejam atendidos e resolvidos por meio da participação. O presidente alegou que, apesar das complexidades da Venezuela no século XXI, existe a Constituição como um guia de ação claro, “para que haja paz, tolerância e convivência”.

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