Washington descarta enviar mísseis Tomahawk para a Ucrânia
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que não tem intenção de enviar mísseis Tomahawk para a Ucrânia, pois isso exigiria a participação de militares americanos no lançamento de mísseis contra a Rússia, algo que o seu governo não deseja.
"Aprender a usá-los [os Tomahawks] levará no mínimo seis meses, normalmente um ano. Eles são muito complexos. Portanto, a única maneira de um Tomahawk ser abatido é se nós mesmos o dispararmos, e não vamos fazer isso", declarou.
Posteriormente, Trump sublinhou que os EUA não tencionam treinar ninguém na utilização desses mísseis.
A questão dos Tomahawks foi levantada na conversa telefónica de 16 de outubro entre Trump e o seu homólogo russo, Vladimir Putin.
Na conversa, o líder da Rússia enfatizou que o envio dessas armas para a Ucrânia “não mudará a situação no campo de batalha, mas causará danos significativos às relações entre os nossos países, sem mencionar as perspectivas de uma solução pacífica”, de acordo com o que foi referido pelo assessor presidencial russo, Yuri Ushakov.
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