Díaz-Canel destaca proteção à população durante a passagem do furacão Melissa
Havana, 7 de Novembro (Cuba Soberana) O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, destacou os esforços do governo para proteger a vida dos cidadãos durante a recente passagem do furacão Melissa por regiões do leste da ilha.
Durante o programa Desde la Presidencia, transmitido no habitual espaço da televisão cubana Mesa Redonda, o chefe de Estado assegurou que isso foi uma conquista, apesar da destruição e das situações dramáticas provocadas pelo evento meteorológico.
“Até ao momento, não tivemos que lamentar a perda de nenhuma pessoa», afirmou Díaz-Canel ao avaliar os estragos causados por Melissa e analisar o andamento da recuperação numa reunião do Conselho de Defesa Nacional.
Ele também destacou a importância dos trabalhos de prevenção e evacuação para proteger a população e salvaguardar o maior número possível de recursos.
A esse respeito, o presidente alertou sobre a necessidade de persuadir os habitantes a cumprir as medidas estabelecidas em situações extremas e melhorar a eficácia dos processos previstos no Sistema de Defesa Nacional.
No entanto, considerou que nas zonas afetadas foi possível sobreviver a Melissa, graças à organização, à unidade e à vontade popular.
Os Conselhos de Defesa, com a participação protagonista do povo, agiram com responsabilidade, agilidade, disciplina e também com heroísmo e solidariedade, afirmou.
Houve exceções, disse ele, mas a nota predominante foi a resiliência dos cubanos e cubanas.
Se tivéssemos que dar uma nota, uma classificação, seria excelente, opinou o presidente cubano.
Por outro lado, ele referiu que mais de 70 mil casas foram afetadas e houve mais de quatro mil desabamentos totais, além de centenas de milhares de hectares de plantações danificados.
Até o momento, explicou, mais de duas mil casas foram recuperadas e, em muitos lugares, mais de 50% das pessoas têm serviço de eletricidade.
Um milhão e 312 mil habitantes foram protegidos, incluindo 933 mil em casas de familiares, amigos e vizinhos, disse ele, e observou que mais de 54 mil permanecem evacuados.
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