Teerão: As restrições ilegais dos EUA contra os representantes do Irão na ONU constituem uma violação dos direitos humanos
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da República Islâmica do Irã classificou as sanções ilegais contra o povo iraniano e as restrições ilegais impostas aos seus representantes nas Nações Unidas como uma violação dos direitos humanos fundamentais e das normas diplomáticas.
De acordo com o Pars Today, após a persistência das ações contrárias à lei por parte dos Estados Unidos ao exercer pressão sobre a Missão da República Islâmica em Nova Iorque, o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão anunciou: «Este comportamento evidencia o abuso da posição de anfitrião da ONU como uma ferramenta dentro de uma política externa intimidatória para coagir os Estados-Membros através do assédio aos seus representantes».
O ministério acrescentou: «A agressão militar ao Irão (em junho passado) e a cumplicidade com um regime genocida no massacre de cidadãos iranianos, a aplicação de sanções ilegais e o abuso do privilégio de ser sede das Nações Unidas são todos atos da mesma natureza; e nada mais são do que o desprezo flagrante do regime norte-americano pelos princípios ético-humanitários, pelo direito internacional e pela Carta da ONU. A tentativa do Departamento de Estado dos EUA de encobrir estas violações sob o título hipócrita de compaixão pelo povo iraniano é enganosa e desprezível».
O Ministério dos Negocios Estrangeiros iraniano destacou em sua nota: “As sanções ilegais contra o povo do Irão e as restrições ilícitas contra seus representantes na ONU violam diretamente os direitos humanos fundamentais e as convenções diplomáticas. Esta conduta revela a instrumentalização da sede da ONU para intimidar os governos membros, perseguindo os seus diplomatas. Cumprir as obrigações de anfitrião das Nações Unidas não é um favor, mas um dever jurídico vinculativo, de acordo com o Tratado da Sede de 1946».
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