CubaPalestina

Cuba condena os crimes de Israel contra as mulheres palestinianas

Havana, 22 de Maio (Prensa Latina) O ministro cubano de Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, condenou os crimes de guerra e contra a humanidade cometidos pelo governo israelita na Palestina, particularmente contra a população feminina.

“Dos 53.573 palestinianos mortos pelas forças israelitas, mais de 28.000 são mulheres e raparigas”, denunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros da ilha, citando um relatório divulgado pela ONU Mulheres.

Este número “equivale a uma mulher e uma rapariga mortas a cada hora”, sublinhou o chefe da diplomacia cubana na mesma plataforma.

O relatório afirma ainda que “a impunidade de Israel para cometer genocídio em Gaza continua e procura exterminar o nobre povo da Palestina”.

No seu último relatório, a ONU Mulheres refere que, desde o início da guerra, em outubro de 2023, as forças israelitas têm levado a cabo bombardeamentos direccionados contra hospitais, escolas, campos de refugiados e outros espaços onde se concentram civis.

Esta prática foi considerada genocida por diferentes instituições internacionais, governos e personalidades, que também rejeitam o bloqueio israelita à entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, o que agrava a já deteriorada situação das mulheres.

As mulheres e as raparigas de Gaza, segundo a fonte, são as vítimas mais vulneráveis da fome, da deslocação e da insegurança, entre outros fenómenos.

Para muitos dos que pedem o fim dos ataques das forças israelitas contra o povo palestiniano, o massacre de mulheres e raparigas é entendido como uma limpeza étnica.

Fonte:

"Para quem está cansado da narrativa única." 🕵️‍♂️

A cobertura mediática sobre Cuba e a América Latina é dominada por um só lado. Nós mostramos o outro. Receba análises geopolíticas que fogem do mainstream ocidental.

Não enviamos spam! Leia a nossa política de privacidade para obter mais informações.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *