Cuba condena os crimes de Israel contra as mulheres palestinianas
Havana, 22 de Maio (Prensa Latina) O ministro cubano de Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, condenou os crimes de guerra e contra a humanidade cometidos pelo governo israelita na Palestina, particularmente contra a população feminina.
“Dos 53.573 palestinianos mortos pelas forças israelitas, mais de 28.000 são mulheres e raparigas”, denunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros da ilha, citando um relatório divulgado pela ONU Mulheres.
Este número “equivale a uma mulher e uma rapariga mortas a cada hora”, sublinhou o chefe da diplomacia cubana na mesma plataforma.
De 53.573 palestinos asesinados por fuerzas israelíes, según @UN_Women más de 28 mil son mujeres y niñas, lo que equivale a una mujer y una niña asesinada cada hora.
— Bruno Rodríguez P (@BrunoRguezP) May 21, 2025
Impunidad de Israel para cometer genocidio en #Gaza continúa y persigue exterminar al noble pueblo de Palestina. pic.twitter.com/BUlGVAvOtI
O relatório afirma ainda que “a impunidade de Israel para cometer genocídio em Gaza continua e procura exterminar o nobre povo da Palestina”.
No seu último relatório, a ONU Mulheres refere que, desde o início da guerra, em outubro de 2023, as forças israelitas têm levado a cabo bombardeamentos direccionados contra hospitais, escolas, campos de refugiados e outros espaços onde se concentram civis.
Esta prática foi considerada genocida por diferentes instituições internacionais, governos e personalidades, que também rejeitam o bloqueio israelita à entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, o que agrava a já deteriorada situação das mulheres.
As mulheres e as raparigas de Gaza, segundo a fonte, são as vítimas mais vulneráveis da fome, da deslocação e da insegurança, entre outros fenómenos.
Para muitos dos que pedem o fim dos ataques das forças israelitas contra o povo palestiniano, o massacre de mulheres e raparigas é entendido como uma limpeza étnica.
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