Díaz-Canel condena sanções do governo dos EUA.
Miguel Díaz-Canel, primeiro secretário do Comité Central do Partido Comunista de Cuba e presidente da República, condenou as sanções do governo dos Estados Unidos (EUA) contra a nação caribenha.
Miguel Díaz-Canel, primeiro secretário do Comité Central do Partido Comunista de Cuba e presidente da República, condenou as sanções do governo dos Estados Unidos (EUA) contra a nação caribenha.
O que incomoda os EUA em Cuba é a verdadeira independência, o facto de não sermos governados por transnacionais, de termos saúde e educação gratuitas, de não pedirmos permissão para condenar crimes como os cometidos por Israel e os EUA contra os palestinianos, declarou o mandatário na sua conta no X.
Lo que molesta a EEUU de #Cuba es la verdadera independencia, que no gobiernen aquí las transnacionales, que tengamos salud y educación gratis, que no pidamos permiso para condenar crímenes como el de Israel y EEUU contra los palestinos.
— Miguel Díaz-Canel Bermúdez (@DiazCanelB) July 12, 2025
Nesta sexta-feira, o Departamento de Estado dos Estados Unidos sancionou o presidente Miguel Díaz-Canel, bem como Álvaro López Miera e Lázaro Alberto Álvarez Casas, ministros das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, respetivamente.
As sanções unilaterais foram emitidas também contra seus familiares directos, que não poderão viajar para o território norte-americano.
Diante da notícia, Manuel Marrero Cruz, primeiro-ministro cubano, afirmou que a decisão se soma às medidas de guerra económica que a administração Trump mantém contra Cuba.
Os EUA são capazes de impor sanções migratórias contra líderes revolucionários e de manter uma guerra económica prolongada e implacável contra Cuba, mas não têm a capacidade de dobrar a vontade deste povo nem de seus líderes, afirmou Bruno Rodríguez Parrilla, ministro das Relações Exteriores.
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