Cerca de 65 mil é o número de mártires palestinos em Gaza
O Ministério da Saúde registou 64 871 mortos e 164 610 feridos.
O número de vítimas da guerra genocida lançada pela ocupação israelita desde 7 de outubro de 2023 aumentou para 64 mil 871 mártires e 164 mil 610 feridos, confirmou o Ministério da Saúde em Gaza.
Desde o reinício da ofensiva em 18 de março passado, foram contabilizados 12.321 mortos e 52.569 feridos.
Somente nas últimas 24 horas, 68 mortos e 346 feridos chegaram aos hospitais.
Muitas vítimas permanecem sob os escombros e nas ruas, sem poderem ser resgatadas devido à impossibilidade de acesso de ambulâncias e da defesa civil devido aos bombardeamentos contínuos.
Vítimas em busca de ajuda humanitária
Durante o dia, também foram notificados 10 óbitos e 18 feridos entre aqueles que procuravam ajuda humanitária e alimentos, elevando para 2.494 o número de mortos e para 18.135 o número de feridos na tentativa de obter assistência.
Aumentan a 45 los mártires este sábado en Gaza por agresión israelí https://t.co/MtEsHzavoq#Gaza #AgresionIsraeli #IsraelGenocida pic.twitter.com/dxX9RyO9lW
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Mortes por inanição
Os hospitais relataram duas novas mortes por fome, totalizando 422, incluindo 145 crianças.
Novos bombardeamentos desde o amanhecer
Pelo menos 48 pessoas morreram ao amanhecer deste domingo devido a ataques israelitas, entre elas 23 na cidade de Gaza.
No bairro de Tal al-Hawa, a ocupação bombardeou a torre Al-Kawther, a mais antiga da cidade, com cinco mísseis de alta potência, provocando a sua destruição total.
Comité Árabe-Islámico condena desplazamiento y hambre en Gaza https://t.co/zpLK6gypL2#GenocidioEnGaza #IsraelGenocida #CrisisAlimentaria pic.twitter.com/Tehf80DkDZ
— Al Mayadeen Español (@almayadeen_es) September 9, 2025
A torre Muhanna, no mesmo bairro, também foi atacada, juntamente com um edifício residencial, que servia de refúgio para famílias.
Por sua vez, os bombardeamentos atingiram a escola e a igreja greco-ortodoxa, bem como edifícios da Universidade Islâmica.
A comunidade internacional denuncia a estratégia israelita que combina bombardeamentos massivos, fome e bloqueio da ajuda humanitária como ferramentas de guerra, em violação flagrante do direito internacional.
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