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Cuba reforça políticas sociais apesar do bloqueio

Havana, 15 de julho (Cuba Soberana) O governo cubano mantém hoje o seu compromisso com o fortalecimento das políticas sociais em meio à complexa situação económica resultante do agravamento do bloqueio norte-americano, afirmou a ministra do Trabalho e Segurança Social, Martha Feitó.

Ao intervir nas Comissões Permanentes da Assembleia Nacional do Poder Popular (Parlamento), a titular sublinhou que, apesar do cenário complexo, o país caribenho continua a desenvolver o seu trabalho social.

Sobre a transformação social das comunidades, ela disse que estas devem ter apoio económico-financeiro, mudanças na infraestrutura e, especialmente, “uma transformação espiritual, como diz o presidente cubano, a partir do fortalecimento dos valores”.

Além disso, ela valorizou que devem ser criados mecanismos para erradicar a informalidade no emprego e vincular as mais de 250 mil pessoas que não estão economicamente activas.

A ministra explicou que os protocolos para atender pessoas em situação de rua estão a ser actualizados, um processo que é realizado pelos municípios, com o trabalho conjunto de várias instituições.

Além disso, ela considerou muito importante que, em cada um dos territórios, as pessoas saibam para onde ligar quando observarem esses comportamentos, ajam imediatamente e participem dos mecanismos de controlo popular estabelecidos a esse respeito.

Feitó precisou que em Havana foi estabelecido um procedimento, através do qual é feito um registo, uma caracterização de cada uma dessas pessoas, bem como recomendações para reintegrá-las na sua vida funcional.

Salientou que, nesse âmbito, o trabalho dos assistentes sociais é essencial, pois “são vocês que mais saem dos bairros e não se pode fazer nada neles sem contar com vocês”.

Da mesma forma, exortou a traçar nos territórios uma estratégia para captar pessoas com condições para que possam completar as equipas de assistentes sociais.

As Comissões Permanentes do Parlamento analisam cerca de 80 temas vitais para o desenvolvimento económico e social da nação, como antecâmara da quinta sessão ordinária da Assembleia Nacional, prevista a partir de quarta-feira, no Palácio de Convenções da capital.

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