Cuba

Juventude cubana reafirma continuidade histórica em marcha

Havana, 28 de janeiro (Cuba Soberana) A presidente nacional da Federação Estudantil Universitária (FEU), Litza González, apelou à continuação do legado de José Martí e Fidel Castro durante a tradicional Marcha das Tochas.

Perante o presidente Miguel Díaz-Canel e milhares de jovens reunidos na escadaria da Universidade de Havana, González afirmou que «Martí não é uma estátua imóvel nem um nome nos livros», mas uma presença viva que «continua a trovejar contra o império, contra a opressão, contra a injustiça».

«Não viemos apenas para recordar, viemos para continuar a obra e reafirmar que Martí vive, que Martí luta, que Martí nos guia», declarou a líder estudantil, que sublinhou que o anti-imperialismo constitui «um profundo amor pela liberdade» para as novas gerações.

No seu discurso, González anunciou a convocatória do primeiro Colóquio Internacional «Fidel: legado e futuro», organizado pelo Centro Fidel Castro Ruz, que se realizará em Havana de 10 a 13 de agosto próximo, por ocasião do centenário do nascimento do líder histórico da Revolução Cubana.

A presidente da FEU condenou veementemente «a covarde agressão militar dos Estados Unidos contra a Venezuela» e o sequestro do presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, ao mesmo tempo em que prestou homenagem aos 32 combatentes cubanos mortos durante esses eventos em 3 de janeiro passado.

«Eles são uma inspiração constante para a nossa geração, paradigmas da história da luta por uma América unida», afirmou, garantindo que os jovens cubanos «não permitirão que o sacrifício de Martí, Mella, José Antonio, Raúl, Fidel e seus companheiros seja traído».

González definiu a geração actual como «anti-imperialista, que não se ajoelha, que não se vende, que não se cala», e apelou à defesa da soberania, à construção de mais justiça social e ao levantamento da bandeira da unidade latino-americana.

Sob o lema «Tocha Centenária Anti-imperialista», o desfile prestou homenagem ao legado do líder histórico da Revolução cubana, Fidel Castro.

A peregrinação partiu da escadaria da Universidade de Havana e terminou na Fragua Martiana, local onde ficavam as antigas pedreiras de San Lázaro e onde Martí foi preso aos 16 anos.

A Marcha das Tochas foi realizada pela primeira vez à meia-noite de 27 de janeiro de 1953, para aguardar a chegada do centenário do nascimento de José Martí.

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