Cuba

Mariana, de Santiago e de Cuba

A Mãe da Pátria foi homenageada com uma oferta floral em nome do povo cubano, por ocasião do 211.º aniversário do seu nascimento

SANTIAGO DE CUBA.- A mulher que personifica a linhagem das mambisas dos Maceo-Grajales, nascida na Cidade Heróica a 12 de julho de 1815, foi homenageada pelo seu povo nas instalações do monumento funerário que guarda os seus restos mortais no cemitério patrimonial de Santa Ifigenia.

Foi depositada uma coroa de flores em nome do povo de Cuba neste local histórico, ao mesmo tempo que se recordou o seu legado e a sua posição de destaque como Mãe da Pátria, «cujo exemplo imortal é hoje uma referência para defender as conquistas da Revolução à qual ela entregou os seus filhos e à qual consagrou a sua vida», afirmou Elena Castillo Rodríguez, secretária-geral da Federação das Mulheres Cubanas na província indomável.

Perante o seu túmulo, permanentemente guardado por uma guarda de honra, uma delegação composta por representantes de organizações políticas, de massas e de cidadãos de Santiago depositou flores avulsas em homenagem a essa figura emblemática do movimento independentista, que legou aos habitantes desta terra o seu conceito de dever, honra e disciplina.

Mãe de 14 filhos, Mariana Grajales dedicou a sua família à causa da independência, tendo como principal motivação o amor pela pátria e a justiça social, ao mesmo tempo que constituiu um exemplo de rebeldia, resistência e empoderamento feminino.

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