Venezuela

Presidente Díaz-Canel reafirma o seu apoio à presidente interina da Venezuela

Após a agressão militar dos Estados Unidos à Venezuela, o líder cubano manifestou à presidente interina Delcy Rodríguez a vontade da ilha caribenha de estreitar os laços de irmandade e cooperação com o Governo Bolivariano.

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, reafirmou o seu apoio ao governo e ao povo da Venezuela durante uma conversa telefónica com a presidente interina, Delcy Rodríguez, ao mesmo tempo que reiterou a “condenação enérgica à agressão militar dos Estados Unidos e ao sequestro do presidente constitucional Nicolás Maduro e da companheira Cilia Flores”.

Através das suas redes sociais, Díaz-Canel enfatizou ter manifestado a Rodríguez a vontade da ilha caribenha de estreitar os laços de irmandade e cooperação com o Governo Bolivariano, e expressou a sua “solidariedade com a pátria de Bolívar e Chávez”.

Por sua vez, na última quarta-feira, 21 de janeiro, a mandatária ofereceu detalhes adicionais sobre o intercâmbio diplomático durante o primeiro Conselho Federal de Governo de 2026. Rodríguez agradeceu a mensagem do presidente cubano, que também transmitiu as suas condolências ao povo venezuelano pelos defensores da soberania mortos durante a agressão militar dos Estados Unidos.

“Ontem falei com o presidente de Cuba, e a primeira coisa que ele me transmitiu foram as sinceras condolências ao povo venezuelano, familiares e amigos dos nossos heróis e heroínas que morreram em combate no dia 3 de janeiro“, destacou a presidente interina.

Na mesma linha, a funcionária venezuelana afirmou: «Também as devolvi, porque morreram 32 heróis cubanos, mas morreram pela Venezuela, pelo conceito de unidade. Sentir-nos filhos e filhas da grande pátria».

Além disso, a mandatária expressou a sua gratidão pela chamada, salientando que a coesão em torno das causas justas da região serve de impulso. Da mesma forma, sublinhou que este apoio fortalece o espírito dos venezuelanos e reafirma o compromisso de avançar conjuntamente na unidade dos povos latino-americanos e caribenhos.

Na madrugada de 3 de janeiro, forças militares dos Estados Unidos bombardearam Caracas, capital venezuelana, e várias zonas dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, deixando um saldo de mais de 80 mortos e mais de 112 feridos. Durante a incursão ilegal, comandos americanos da Delta Force sequestraram o presidente Maduro e a primeira-dama Cilia Flores.

Entre as vítimas fatais da agressão militar imperial (que inclui civis e militares), morreram combatentes cubanos, que foram declarados pela Venezuela, no passado dia 19 de janeiro, como Heróis e Mártires daquela nação.

Fonte:

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