Presidente Encarregada da Venezuela promulga Lei de Amnistia que “abre as portas para o reencontro”
"Estamos a garantir um futuro de paz e convivência para os nossos jovens. É um ato de generosidade e grandeza", afirmou a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez.
A presidente encarregada da Venezuela, Delcy Rodríguez, promulgou nesta quinta-feira a Lei de Amnistia e afirmou que a legislação abre uma porta para a reconciliação da Venezuela.
“Esta lei abre uma porta extraordinária para que a Venezuela se reencontre e aprenda a viver democraticamente e se livre do ódio; que prevaleçam o entendimento e o reconhecimento. A Lei da Amnistia vai além”, declarou Rodríguez.
Ao indicar que os que aprovaram a lei estão trazendo esperança para o país, a mandatária responsável afirmou que “estamos a garantir um futuro de paz e convivência para os nossos jovens. É um ato de generosidade e grandeza”.
Ao cumprimentar os deputados da oposição e do chavismo e destacar a presença de muitos políticos experientes e jovens, afirmou que “estamos a nos livrar da intolerância e a abrir novos caminhos para a política na Venezuela”.
#ENVIVO | Presidenta Encargada de #Venezuela 🇻🇪, Delcy Rodríguez, pide activar la revisión de casos no contemplados en la Ley de Amnistía para curar heridas y re encausar la convivencia democrática
— teleSUR TV (@teleSURtv) February 20, 2026
→ https://t.co/ROUUUfjBZh pic.twitter.com/FIo3WeVK3H
Lembrou que “vimos de um 3 de janeiro de 2026 que ficará registado na história como uma agressão histórica de uma potência”, salientando que «isso tocou a nossa alma e a nossa consciência».
Em 30 de janeiro — lembrou Rodríguez —, fomos à abertura do ano judicial e anunciei a Lei de Amnistia. Acrescentou que estamos muito felizes por tê-los aqui, porque isso reflecte um profundo processo de reflexão.
“É um passo importante para mostrar à Venezuela do que somos capazes”, sublinhou a presidente encarregada.
Da mesma forma, destacou que a violência com fins políticos levou a crimes de ódio e justificou agressões externas contra a Venezuela, e considerou que a aprovação da lei “demonstrou maturidade política por parte de todos os que participaram”.
Solicitou à Comissão da Revolução Judicial, ao Parlamento venezuelano e ao Programa para a Paz e a Convívio Democrático que se mobilizassem para a revisão dos casos não contemplados na Lei de Amnistia.
“Peço que nos dediquemos a essa tarefa”, acrescentou, e afirmou: “Precisamos de paz para a Venezuela”.
Fonte:



