Todas as declarações até agora sobre a reunião Puti eTrump
A Casa Branca e os meios de comunicação social norte-americanos confirmaram que o líder republicano está disposto a reunir-se com o seu homólogo russo na próxima semana.
Donald Trump está disposto a encontrar-se com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, na próxima semana. A afirmação foi feita ESTA quarta-feira pelo próprio presidente norte-americano e pela Casa Branca.
Numa conferência de imprensa na Sala Oval, o presidente afirmou que “há uma boa hipótese de haver uma reunião muito em breve” com o líder russo.
“A Rússia expressou o desejo de se reunir com o presidente Trump, e o presidente está aberto a reunir-SE tanto com Putin quanto com Zelenski”, disse a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.
O NYT e a ABC, por sua vez, também noticiaram a notícia, citando suas respectivas fontes. De acordo com as pessoas consultadas pelo NYT, o presidente dos EUA revelou os seus planos num telefonema com os líderes europeus, no qual disse que primeiro queria encontrar-se com Putin e depois organizar uma reunião, na qual também participaria, com Putin e o líder do regime ucraniano, Vladimir Zelenski. A reunião proposta não incluiria, aparentemente, nenhum dos seus homólogos europeus, refere The Daily Telegraph.
Potenciais dificuldades
No entanto, o local do possível encontro ainda não foi determinado, nota a Reuters. Além disso, um funcionário não identificado da Casa Branca avisou a CNN que o evento seria provavelmente difícil de organizar, dadas as negociações prévias que teriam de ser efectuadas, bem como possíveis obstáculos logísticos.
A notícia surge no mesmo dia em que o enviado especial dos EUA para o Médio Oriente, Steven Witkoff, teve uma reunião de três horas com o líder russo em Moscovo.
Trump afirmou que a reunião entre Putin e Witkoff foi “mais produtiva do que o esperado”. O presidente dos EUA disse ao chanceler alemão Friedrich Merz durante uma chamada telefónica, segundo o Bild.
Entretanto, continuam as repetidas ameaças de Trump de impor tarifas secundárias e outras restrições económicas à Rússia se não se chegar rapidamente a um acordo de paz com Kiev.
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