Cuba

Universidade de Cuba forma novos profissionais

Camagüey, Cuba — A Universidade de Camagüey «Ignacio Agramonte Loynaz», a primeira fundada pela Revolução cubana, formou hoje 1 442 novos profissionais em homenagem ao centenário do nascimento do líder histórico Fidel Castro.

O evento, na Praça da Revolução da cidade, teve início com a deposição de uma coroa de flores junto à estátua equestre do Major-General Ignacio Agramonte, em homenagem a um dos principais símbolos patrióticos da nação.

O evento prestou também homenagem a Fidel Castro e saudou os combatentes do assalto aos quartéis de Moncada e Carlos Manuel de Céspedes, na véspera do Dia da Rebelião Nacional.

A cerimónia de formatura distinguiu estudantes com resultados académicos, científicos e de impacto social excecionais, como Jeidy Beatriz Miranda, Damián Jesús Guerra e Jesús Javier Olazábal, que receberam o Título de Ouro, enquanto vários deles receberam também o Prémio de Mérito Científico.

Foram também distinguidos ex-alunos que se destacaram nas áreas da investigação, cultura, desporto, extensão universitária, comunicação, liderança estudantil e como assistentes académicos, entre os quais Frank Luis García, Marianela Esther Pollé, Miton Rodríguez, Alice Dimetta Baer, Patricia Calvo, Kirenia de las Mercedes Maritan e Yanna Hernández.

Durante a cerimónia, instituições como o Centro de Investigação Ambiental, a Associação de Pedagogos de Cuba, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ambiente (Citma), a União de Juristas de Cuba e outras instituições de formação entregaram distinções especiais aos licenciados que se destacaram pelas suas contribuições científicas e sociais.

O reitor da instituição de ensino superior, o Doutor em Ciências Julio César Madera, salientou que a universidade conseguiu manter o processo lectivo apesar das dificuldades enfrentadas durante o ano lectivo, através da descentralização do ensino para os centros universitários municipais e do reforço dos laços com entidades laborais e educativas.

«Queriam paralisar a universidade cubana. Não conseguiram. O ensino superior não parou: adaptou-se», afirmou o académico, sublinhando que a instituição preservou o rigor da formação profissional através de modalidades presenciais, avaliações personalizadas e do recurso a videoconferências para a defesa dos trabalhos de conclusão de curso.

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