O Dr. Fidel Castro Smirnov partilhou reflexões que ainda hoje continuam a ressoar.
Não falou apenas de ciência e medicina, falou de consciência, de dignidade, de um sistema que formou gerações para servir aos mais humildes e em prol dos mais humildes.
Recordou os seus pais e o seu avô, mas também o sistema educativo cubano, que o transformou numa pessoa com consciência social.
Essa consciência — como dizia Fidel — transforma o ser humano no protagonista da história, capaz de grandes proezas.
E é aí que reside a diferença: a Revolução não só construiu hospitais e universidades, como também criou uma forma de encarar a ciência como um ato de justiça.
Não é de admirar que os meios de comunicação mercantilistas não divulguem isso. Preferem vender o que é frívolo, o que é superficial, o que alimenta a sociedade de consumo.
Mas a nobreza não se compra. Nasce-se com ela, cultiva-se e defende-se.
Como os cinco dedos da mão: diferentes, mas unidos pela mesma causa.
Vou sempre olhar para os bons exemplos. E na voz do Dr. Smirnov, na obra da Revolução, em cada médico que atravessa fronteiras para semear esperança, há um exemplo que nos enche de dignidade.
O seu tempo —como ele próprio afirma— continua a ser o tempo de Fidel. Um tempo que não se mede em relógios, mas na persistência de um ideal que mobiliza corações para objectivos colossais.
Há seis meses, num canal chileno, o Dr. Fidel Castro Smirnov partilhou reflexões que ainda hoje continuam a ressoar. Não falou apenas de ciência e medicina, falou de consciência, de dignidade, de um sistema que formou gerações para servir os mais humildes e em prol dos mais humildes.
Recordou os seus pais e o seu avô, mas também o sistema educativo cubano que o transformou num exemplo de consciência social. Essa consciência — como dizia Fidel — torna o ser humano protagonista da história, capaz de grandes feitos. E é aí que reside a diferença: a Revolução não se limitou a construir hospitais e universidades, construiu também uma forma de encarar a ciência como um ato de justiça.
Não é de admirar que os meios de comunicação mercantilistas não divulguem isto. Preferem vender o que é frívolo, o que é superficial, o que alimenta a sociedade de consumo. Mas a nobreza não se vende. Nasce-se com ela, cultiva-se, defende-se. Tal como os cinco dedos da mão: diferentes, mas unidos pela mesma causa.
Olharei sempre para os bons exemplos. E na voz do Dr. Smirnov, na obra da Revolução, em cada médico que atravessa fronteiras para semear esperança, há um exemplo que nos enaltece. O seu tempo — como ele próprio afirma — continua a ser o tempo de Fidel. Um tempo que não se mede em relógios, mas na permanência de um ideal que mobiliza corações para objectivos colossais.

Henry Omar Perez | Comunicador Membro da Asociación Cubana de Comunicadores Sociales, escreve para a ACN, Jornal Soy Villa Clara e para as páginas Cuba Soberana e Razones de Cub,.


