Venezuela

teleSUR Com Maduro+: Venezuela resistiu a todas as tentativas intervencionistas

A propósito, neste dia 4 de agosto, os venezuelanos relembram os sete anos da tentativa de assassinato do presidente bolivariano, com um grupo de drones, preparada por Juan Manuel Santos, ex-presidente colombiano.

Durante a transmissão n.º 87 do programa Con Maduro +, o presidente da República Bolivariana da Venezuela lembrou que, durante os 26 anos de Revolução, a nação sul-americana passou por diferentes formas de insurgência da direita ou processos de desestabilização.

De acordo com o chefe de Estado, não foi um único modelo, mas vários, inclusive com aplicação simultânea. “O primeiro terminou com um golpe de Estado, em 2002. A teleSUR ainda não existia. Aplicaram-nos o que foi chamado de primeiro golpe mediático conhecido na América Latina”, precisou.

Além disso, declarou que este foi dirigido a partir de uma emissora de televisão e da imprensa escrita, que eram determinantes na época. Naquela época, lembrou ele, não existiam as redes sociais. A imprensa conspirou com a embaixada dos EUA durante o governo de G. W. Bush. “Eles lançaram uma guerra preventiva contra vários países petrolíferos após o 11 de setembro. Eles planearam derrubar e assassinar o comandante Chávez antes de iniciar a invasão do Iraque”, afirmou Maduro.

“Éramos deputados e denunciámos que estava a ser aplicado o manual do golpe de Estado perfeito. Foi o que foi aplicado a Allende. O golpe durou 47 horas e o nosso povo nas ruas, em perfeita união com os militares patriotas, reverteu isso”, evocou o dignitário.

Posteriormente, o país enfrentou outras formas, incluindo a guerra económica em várias etapas. “A mais forte, a última que nos fizeram há alguns anos, bloqueios, sanções”.

A propósito, neste dia 4 de agosto, os venezuelanos recordam os sete anos da tentativa de assassinato do presidente bolivariano. Ele observou que esse facto significou a primeira ocasião em que se propôs assassinar um presidente e todo o seu alto comando político com um grupo de drones. Maduro denunciou o evento “preparado no Palácio de Nariño, em Bogotá, pelo então presidente Juan Manuel Santos, que se comprometeu com John Bolton, e colocaram Julio Borges como operador do crime”, significou.

Perante essa tentativa de assassinato, Maduro Moros destacou o papel da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) no seu trabalho constante de protecção e defesa da paz nacional.

Seguindo essa linha, o presidente afirmou que os venezuelanos conquistaram o seu direito à paz. Nesse sentido, ele detalhou tudo o que foi feito para que as eleições de 28 de julho de 2024 ocorressem em paz. “Eles (os extremistas de direita) iam deixar a Venezuela sem electricidade ao meio-dia e à noite de 28 de julho, atacaram todos os sistemas informáticos do país e destruíram o sistema informático do CNE”, explicou.

Como parte dessa batalha, Nicolás Maduro reconheceu o papel do povo diante de cada tentativa de desestabilização, bem como das forças militares, policiais, da colaboração externa e da imensa vontade de paz em nível nacional.

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