A Associação Americana de Juristas exige que os EUA ponham fim às agressões contra Cuba
O comunicado refere ainda que os transportes públicos e privados foram interrompidos, várias companhias aéreas internacionais suspenderam os voos e a produção agrícola, bem como a segurança alimentar, se encontram gravemente afectadas.
A Associação Americana de Juristas (AAJ) emitiu um comunicado em apoio a Cuba, denunciando o impacto das medidas impostas pelos Estados Unidos (EUA) nos domínios energético, económico e humanitário.
O comunicado salienta que as sanções impostas pela Administração de Donald Trump têm tido graves consequências na vida quotidiana da população cubana. Entre elas destacam-se os cortes de energia a nível nacional, o cancelamento de procedimentos clínicos, o risco para as unidades de cuidados intensivos e a escassez de medicamentos que requerem refrigeração.
O comunicado refere ainda que os transportes públicos e privados foram interrompidos, várias companhias aéreas internacionais suspenderam os voos e a produção agrícola, juntamente com a segurança alimentar, se encontram gravemente afectadas.
#COMUNICADO | La Asociación Americana de Juristas (AAJ) rechaza la escalada de agresiones, sanciones y amenazas militares del Gobierno de los Estados Unidos contra Cuba. pic.twitter.com/tDTw1WPaZL
— teleSUR TV (@teleSURtv) May 3, 2026
A aplicação destas medidas em diversos setores suscitou uma reação da comunidade internacional, nomeadamente do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, que manifestou a sua profunda preocupação com o impacto que estas medidas têm sobre os direitos fundamentais do povo cubano.
A AAJ denunciou ainda a ocupação ilegal da base naval de Guantánamo, exigindo a sua devolução imediata, por considerá-la uma afronta à soberania nacional de Cuba.
O documento, assinado por Claudia V. Rocca, presidente da AAJ Continental, e Vanessa Ramos, secretária-geral, condena «nos termos mais veementes» as ameaças de imposição de controlo militar sobre Cuba, expressas publicamente por Donald Trump nesta sexta-feira, 1 de maio.
Por fim, a organização exigiu ao Governo dos Estados Unidos a cessação imediata das ameaças de uso da força e apelou aos Estados-Membros da ONU, especialmente da América Latina e das Caraíbas, para que se manifestassem em defesa de Cuba e contra as ações de Washington
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