Presidente Maduro pede para derrotar a guerra psicológica imposta pelos EUA
"Essa mídia quer destruir a Venezuela, é a mídia ocidental e gringa", alertou o presidente Nicolás Maduro diante dos ataques sistemáticos que o país enfrenta.
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pediu nesta segunda-feira ao povo venezuelano que supere “a guerra psicológica, mediática, ocidental e gringo que quer destruir a nação” em meio à agressão multiforme desencadeada pelo governo Donald Trump.
Durante a 96a edição de seu programa semanal Con Maduro+, o chefe de Estado disse: “que a mídia quer destruir a Venezuela, é a imprensa ocidental e a gringa que odeiam a Venezuela, invejam a Venezuela e querem destruí-la”.
Perante a guerra não convencional implementada por alguns meios de comunicação e plataformas digitais, o presidente enfatizou: “a maior garantia, que temos como colectivo nacional, como país, como sociedade, é trabalho construtivo, nas comunidades”.
#ENVIVO | Presidente de #Venezuela 🇻🇪, Nicolás Maduro, indica que la actuación del Gobierno sionista de Netanyahu en Gaza es la violación más descarada e impune a los derecho de los seres humanos
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“A guerra psicológica, vamos deixar para trás, a melhor maneira de derrotar essa guerra psicológica é com fatos, obras e ações, mais do que rumores e mentiras”, concluiu o presidente.
O chefe de Estado saudou as mobilizações nacionais em defesa da paz e reiterou que “foi uma conquista de um país inteiro contra a guerra económica e as sanções”.
Ele também reconheceu como um avanço que o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, falou com os crimes dos EUA no Caribe.
Progresso económico e cooperação com a Rússia
Por outro lado, Maduro destacou os avanços económicos e diplomáticos da Venezuela diante de medidas coercivas unilaterais impostas pelos Estados Unidos, enfatizando a cooperação abrangente com a Rússia e a produção nacional como pilares de resistência.
“Temos vindo a construir um modelo económico de treze motores que tem priorizado a produção de alimentos”, afirmou o presidente, anunciando que o índice de oferta atinge entre 90 por cento e 98 por cento com produtos nacionais graças ao método PAE (Produção, Abastecimento e Exportação).
“Já estamos a cumprir ambos: fornecimento total com a produção nacional. Agora, o desafio é a crescente exportação com produção de qualidade”, acrescentou.
O presidente destacou a recente reunião do Conselho Empresarial Rússia-Venezuela, que reuniu 370 empresários de ambos os países em rodas de negócios, e a inauguração da rota aérea Caracas-São Petersburgo operada pela Conviasa.
“Com a Rússia, um plano que vem sendo uma cooperação abrangente há quase 25 anos está avançando”, com base no respeito e no desenvolvimento mútuo, sem ambições imperialistas, ressaltou, enfatizando o interesse russo pelo cacau e chocolate venezuelanos.
#ENVIDEO | Venezuela construye un modelo de democracia participativa y protagónica. Este fin de semana, se hicieron más de 2.500 asambleas para postular los proyectos que se votarán en la consulta nacional del 23 de noviembre. pic.twitter.com/nP5JNabWI0
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No segmento Zona Digital com o jornalista Miguel Ángel Pirena, o presidente entregou o Centro de Saúde para as Forças Policiais “Apascacio Mata” e pediu o fortalecimento das obras comunitárias.
Em termos de segurança, informou a apreensão de 63 toneladas de drogas e 415 aeronaves, afirmando que a Venezuela tem um sistema avançado contra o tráfico de drogas e está 100% livre do tráfico de drogas colombiano.
“A Venezuela é uma sociedade de muito baixo uso de drogas”, disse o presidente venezuelano.
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