Ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba denuncia ações dos EUA contra cooperação médica
Havana denunciou repetidamente essa estratégia de hostilidade, que foi rejeitada por dezenas de países em fóruns multilaterais, ao reconhecer a contribuição real dos profissionais cubanos na atenção primária e em situações de emergência.
Bruno Rodríguez Parrilla, ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba, denunciou na rede social X as ações hostis dos Estados Unidos contra a cooperação médica cubana na Itália, ao assinalar que diplomatas desse país tentam obstruir o trabalho dos profissionais de saúde cubanos na região.
En #EEUU, la economía más rica del mundo y un país que no está bloqueado económicamente por potencia alguna, solo el 51 % de la población puede acceder y sufragar servicios de salud de calidad.
— Bruno Rodríguez P (@BrunoRguezP) February 22, 2026
Pero sus diplomáticos se dedican a pasear por países donde profesionales y personal… pic.twitter.com/feFGyWLFeU
O chefe da diplomacia cubana lembrou que nos Estados Unidos, apesar de ser uma das economias mais ricas do mundo, apenas 51% da população tem acesso e condições financeiras para pagar por serviços médicos de qualidade, enquanto os seus representantes procuram impedir a assistência que Cuba presta a outras nações.
Segundo Rodríguez Parrilla, diplomatas norte-americanos acreditados em Cuba, ineficientes e incompetentes nas suas funções, estão a promover uma campanha de desacreditação contra a colaboração médica internacional da ilha, através de acusações de supostas violações laborais e tráfico de pessoas nas brigadas de saúde.
O ministro dos Negócios Estrangeiros precisou que essas acções incluem pressões diplomáticas sobre os governos receptores com o uso da força e a ameaça de cancelar acordos com Cuba, bem como a divulgação de narrativas falsas que apresentam a cooperação médica como um mecanismo de exploração.
“A missão do passeio é tentar acabar com um serviço tão necessário e humano”, observou o dirigente.
Havana denunciou repetidamente essa estratégia de hostilidade, que foi rejeitada por dezenas de países em fóruns multilaterais, ao reconhecer a contribuição real dos profissionais cubanos na atenção primária e em situações de emergência.


