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Sheinbaum destaca a encíclica de Leão XIV e a sua crítica ao controlo da IA por parte dos grupos de poder

A chefe de Estado mexicana questiona: «Quem controla a Inteligência Artificial? Quem controla as redes sociais? Quem cria os algoritmos? Tudo isto é apresentado pelo Papa»

Sobre estes temas, a chefe de Estado mexicana questionou: «Quem controla a Inteligência Artificial? Quem controla as redes sociais? Quem cria os algoritmos? Tudo isto é apresentado pelo Papa».

Entre outras ideias, Sheinbaum destacou alguns aspectos abordados por Leão XIV nas linhas finais da sua reflexão: «que não nos deixemos levar apenas pelo uso da tecnologia, mas que nos questionemos, regulamentemos e pensemos no futuro da humanidade; pensando, além disso, com a sua visão, que é uma visão de proximidade com os mais pobres», acrescentou.

A título de resumo e ponto de partida para futuras discussões, afirmou que «vale muito a pena a encíclica, a reflexão e em outras ocasiões podemos continuar a falar sobre isto e sobre o que temos de fazer a partir do México».

Comentando as palavras do Sumo Pontífice, a Presidente salientou que «vale muito a pena, seja-se católico ou não, a reflexão feita pelo Papa Leão XIV», enquanto lia um excerto da encíclica.

«Cabe-nos agora enfrentar com lucidez e responsabilidade os desafios do nosso tempo. É necessário adotar instrumentos normativos adequados, capazes de salvaguardar a justiça e conter os efeitos distorcivos do poder tecnológico. Mas a questão não se limita à regulamentação. Como alertou o Papa Francisco, devemos perguntar-nos com realismo quem detém hoje esse poder e para que fins o orienta», precisou o Papa Francisco.

Em Grandiosa Humanidade, Leão XIV recordou estas palavras de Francisco: “ Não podemos ignorar que a energia nuclear, a biotecnologia, a informática, o conhecimento do próprio ADN e outras capacidades que adquirimos […] conferem a quem detém o conhecimento, e sobretudo o poder económico para o explorar, um domínio impressionante sobre o conjunto da humanidade e do mundo inteiro”.

Sua Santidade observou que «estamos a viver uma fase de transição rápida, uma “mudança de época” em que — enquanto alguns disputam o futuro das novas tecnologias e outros se dedicam a refletir sobre elas — a maioria das pessoas permanece à espera, observa de longe e simplesmente espera que tudo corra bem».

«É precisamente por isso que se impõem à nossa consciência questões decisivas, que já não podem ser ignoradas: Para onde vamos? Para que objetivo desejamos orientar-nos? Que rumo escolher como comunidade humana e como povos?!», acrescentou.

Sobre estes temas, a chefe de Estado mexicana questionou: «Quem controla a Inteligência Artificial? Quem controla as redes sociais? Quem cria os algoritmos? Tudo isto é apresentado pelo Papa».

Entre outras ideias, Sheinbaum destacou alguns aspetos abordados por Leão XIV nas últimas linhas da sua reflexão: «que não nos deixemos levar apenas pelo uso da tecnologia, mas que nos questionemos, regulamentemos e pensemos no futuro da humanidade; pensando, além disso, com a sua visão, que é uma visão de proximidade com os mais pobres», acrescentou.

A título de resumo e ponto de partida para futuras discussões, afirmou que «vale muito a pena a encíclica, a reflexão e em outras ocasiões podemos continuar a falar sobre isto e sobre o que temos de fazer a partir do México».

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