Aos mártires da Revolução, a homenagem de Santiago
Ofertas florais enviadas por Raúl, Díaz-Canel, Lazo e uma em nome do povo de Cuba foram colocadas no altar dos mártires em Santa Ifigenia.
Santiago de Cuba. Em peregrinação até ao cruzamento da Callejón del Muro com a San Germán, como faz desde 1957, o povo de Santiago prestou homenagem ao seu amado filho Frank País García – e ao seu companheiro de luta Raúl Pujol Arencibia -, que foi assassinado neste local pelos capangas da tirania batistiana, nesta data consagrada como o Dia dos Mártires da Revolução.
Ao som de marchas patrióticas, interpretadas pela Banda Municipal de Concertos, as máximas autoridades políticas e governamentais da província indomável e o povo chegaram à Placita de los Mártires, onde foi depositada uma oferta floral em nome do povo de Cuba na base do monumento que relembra o fato que levou o Comandante em Chefe, Fidel Castro Ruz, a declarar: «Que monstros! Não sabem a inteligência, o caráter, a integridade que assassinaram».
En este Día de los Mártires de la Revolución, recordamos a quienes ofrendaron sus nobles vidas inspirados en el sueño de una #Cuba emancipada.
— Miguel Díaz-Canel Bermúdez (@DiazCanelB) July 30, 2025
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Como parte da homenagem no altar dos mártires em Santa Ifigenia, foram colocadas oferendas de flores enviadas pelo General do Exército Raúl Castro Ruz, líder histórico da Revolução, e Miguel Díaz-Canel Bermúdez, Primeiro Secretário do Comité Central do Partido Comunista de Cuba (PCC) e Presidente da República.
Também não faltaram as de Esteban Lazo Hernández, Presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular e do Conselho de Estado, e do Povo de Cuba.
A ocasião foi propícia para entregar o cartão de militante do PCC a trabalhadores destacados, sob a premissa fidelista de que o Dia dos Mártires é também o dia da cidade mártir de Cuba; da cidade que ao longo da história, desde a luta pela independência, demonstrou o mais extraordinário dom de patriotismo.
À tarde, serão reeditadas as honras fúnebres que o povo da Cidade Herói realizou no próprio dia 30 de julho de 1957 até o cemitério patrimonial Santa Ifigenia, em homenagem a Frank, sobre quem o General do Exército Raúl Castro Ruz disse: era “íntegro nos princípios, organizado e exigente, de uma modéstia proverbial, corajoso até à temeridade e de uma intuição pouco comum, era o tipo de homem que penetra profundamente e definitivamente no coração do povo”.
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