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Em 15 meses desapareceram 13.111 empresas na Argentina

Buenos Aires, 26 de Maio (Cuba Soberana) Nos últimos 15 meses, 13.111 empresas desapareceram na Argentina, segundo um estudo do Centro Argentino de Economia Política (CEPA) que avaliou a situação empresarial durante o mandato do presidente Javier Milei.

O CEPA fez o seu levantamento com base nas estatísticas da Superintendência de Riscos Laborais referentes à Segurança Social, que registou 512.317 pequenas e médias empresas quando o actual executivo chegou à Casa Rosada, passando para 499.246 em fevereiro passado.

Quase todas as que desapareceram eram empresas com menos de 500 trabalhadores; apenas 45 das que fecharam tinham mais de meio milhar de empregados.

As perdas mais substanciais registaram-se no sector dos transportes e armazenagem, com a dissolução de 3.321 empregadores em termos absolutos e 8,4 por cento no total relativo, indica o estudo do TCE.

Ao mesmo tempo, as empresas com mais de 500 trabalhadores foram as que mais reduziram o seu efectivo: de 4.782.973 para 4.608.653, enquanto as com menos de 500 reduziram o seu efectivo de 5.74.200 para 5.28.850.

O CEPA alerta que as maiores expulsões de mão de obra entre novembro de 2023 e fevereiro de 2025 ocorreram nas empresas com mais de 500 trabalhadores, onde se perderam 174.320 postos de trabalho. Nas que têm menos de 500 trabalhadores, as perdas atingiram 45.350 empregos perdidos, 20,6 por cento do total, enquanto nas chamadas unidades produtivas, a perda de trabalho registado atingiu 219.670 casos.

Os dados revelam que os sectores da administração pública, defesa e segurança social obrigatória foram os mais afectados em termos de perda de postos de trabalho, com uma diminuição de 122.801.

Em termos relativos, a área mais afetada é a da construção, com uma redução de 17,5%, conclui a análise estatística da CEPA sobre a vida empresarial na Argentina.

Fonte:

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