FDIM apela à solidariedade internacional pela Venezuela
A FDIM condena a agressão contra a Venezuela, denuncia a captura de Nicolás Maduro e apela à solidariedade internacional para exigir a sua libertação imediata.
O Centro Regional Árabe da Federação Democrática Internacional das Mulheres (FDIM) condenou a agressão contra a Venezuela e reiterou a sua rejeição à «operação de pirataria planeada e executada pelo presidente norte-americano Donald Trump e a sua administração».
Além disso, denunciou a «captura descarada do presidente Nicolás Maduro e da sua esposa na sua residência em Caracas, e a sua transferência forçada para os Estados Unidos para serem julgados lá sob o pretexto de participação no contrabando de drogas».
A organização sublinhou que este facto constitui «uma violação flagrante do direito internacional», enfatizando que «se existe alguma justificação para julgar Maduro, o direito de o fazer corresponde exclusivamente ao Estado e ao povo da Venezuela».
O Centro assinalou que, com este acto, o presidente Donald Trump viola as leis e convenções internacionais, autoproclamando-se governante e «o único juiz do universo, com direito a prender o presidente eleito de um Estado soberano».
A FDIM lembrou que as mulheres e crianças da região árabe continuam a sofrer as consequências das políticas imperialistas e coloniais dos Estados Unidos na Palestina — em Gaza e na Cisjordânia — e no Líbano — no sul, no vale de Bekaa e na capital, Beirute.
Denunciou que tais políticas «concedem à entidade sionista o direito de agredir o Líbano e a Síria, ocupar a Palestina, expandir os assentamentos para anexar o que resta dela e cometer massacres e genocídio em Gaza».
A organização classificou essas acções como parte do “imperialismo capitalista ganancioso que legisla de acordo com seus caprichos e manipula a ideologia para servir aos seus interesses e contribuir para seus objetivos de ocupação, controle e saque de recursos”.
Por fim, o Centro Regional Árabe apelou aos povos do mundo, e em particular às mulheres, para que «demonstrem a mais ampla solidariedade internacional possível» perante este ato de pirataria.
Exortou ainda a realizar «todas as formas de protesto, rejeição e manifestação, e ações urgentes e rápidas por todos os meios possíveis para conseguir a libertação imediata do presidente Maduro e da sua esposa».
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