Iémen lança míssil contra “Israel” e ataca o aeroporto Ben Gurión
As sirenes antiaéreas soaram em Jerusalém após um novo ataque do Iémen, no âmbito do apoio à resistência palestiniana.
O Iémen lançou na terça-feira um míssil balístico contra a Palestina ocupada, o que ativou as sirenes antiaéreas em Jerusalém e na zona de “Heshbila”, informaram os meios de comunicação israelitas.
Nesse sentido, o “exército” de ocupação reconheceu ter mobilizado os seus sistemas de defesa para interceptar o projéctil.
De acordo com o correspondente da rádio militar israelita, o movimento Ansar Allah lançou pelo menos 53 mísseis balísticos contra a entidade ocupante desde que a agressão da ocupação sobre a Faixa de Gaza foi retomada, há mais de três meses.
Míssil hipersónico lançado contra o aeroporto Ben Gurion
As Forças Armadas do Iémen atacaram na terça-feira o aeroporto de Lod (Ben Gurion), na zona ocupada de Jaffa, utilizando um míssil balístico hipersónico do tipo «Palestina 2», como parte das suas operações de apoio a Gaza.
De acordo com um comunicado do porta-voz militar, general Yahya Sari, a operação conseguiu atingir o alvo, causando a paralisação das atividades no aeroporto e a fuga em massa de colonos israelitas para abrigos devido ao alarme pelo ataque.
Além disso, Sari informou que o drone realizou três ataques simultâneos contra alvos considerados sensíveis pelo regime de ocupação, nas cidades de Jaffa, Ashkelon e Umm al-Rashrash (Eilat).
🛑CRIMEN DE GUERRA: "ISRAEL" ATACÓ 256 CENTROS DE DESPLAZADOS DESDE INICIO DE AGRESIÓN A GAZA
— Al Mayadeen Español (@almayadeen_es) July 1, 2025
⭕️Las fuerzas de ocupación israelíes han atacado deliberadamente 256 centros de desplazados que albergan refugiados desde el inicio del genocidio en octubre de 2023, según la Oficina de… pic.twitter.com/9TM183s1VB
Ele reiterou que essas acções são uma resposta aos crimes de genocídio cometidos contra o povo palestino e garantiu que o Iémen continuará suas operações enquanto a ofensiva israelita persistir.
As Forças Armadas do Iémen reiteraram que suas operações fazem parte do seu apoio a Gaza, onde as ofensivas têm visado alvos estratégicos dentro do território ocupado, desafiando a capacidade de defesa de “Tel Aviv”.
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