Informações serão trocadas com os EUA para identificar a entrada de ‘huachicol’: Sheinbaum
Cidade do México, 30 de Setembro, (Cuba Soberana. O México e os Estados Unidos chegaram a um acordo de cooperação para a troca de informações de exportação de gasolina, a fim de ter elementos maiores para identificar a entrada ilegal desse combustível em nosso país, relatando outras substâncias para evadir impostos aqui, disse a presidente Claudia Sheinbaum.
As investigações decorrem da deteção, em março, de um navio que transportava gasolina ilegal e, se os inquéritos revelarem indícios de que tal ocorreu anteriormente, serão tomadas medidas.
A Presidente sublinhou que será também procurada uma maior cooperação para localizar os grupos criminosos nos Estados Unidos que promovem esta prática e a introdução ilegal de gasolina no México, porque, embora um grupo de pessoas envolvidas nesta operação tenha sido localizado aqui, as pessoas envolvidas nesta operação estão também a ser investigadas do outro lado da fronteira.
Ressaltou que, por enquanto, as investigações estão em andamento desde março, começando com a identificação desse navio, mas se for constatado que essa prática ocorreu antes, ela será investigada. No entanto, em resposta a uma pergunta específica, mencionou que a ex-secretária de energia Rocío Nahle, que, segundo ela, fez um trabalho muito importante para reduzir as permissões de importação de gasolina no México, não está sendo investigada.
Recordou que, antes da reforma energética aprovada durante o governo de Enrique Peña Nieto, somente a Petróleos Mexicanos podia importar gasolina, mas com essas modificações, as empresas privadas foram autorizadas a importar gasolina. Excluindo a possibilidade de Nahle estar a ser investigada, disse que tem a certeza de que, se for obrigada a testemunhar durante a sua administração, comparecerá sem problemas.
Comentando o acordo, afirmou que, com este acordo, seria possível dispor de informações em termos reais sobre a exportação de gasolina para o México pelos Estados Unidos, o que reforçaria as acções de controlo no nosso território do combustível que se pretende introduzir no território nacional.
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