Maduro anuncia a formação de “um poderoso movimento popular militar bolivariano”.
O líder venezuelano afirmou que os venezuelanos estão a caminho de construir "algo novo e surpreendente" para o mundo.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, informou nesta quinta-feira que em um trabalho articulado entre a população civil e os membros uniformizados das Forças Armadas, naquele país sul-americano está se formando e vai “em fase avançada” a criação de “um poderoso movimento militar popular bolivariano” que poderia incluso estender-se a todo o continente.
Através do canal estatal VTV, o presidente assinalou que esse movimento patriota, que será a “garantia máxima” para defender a independência e a soberania venezuelanas, “pode ser da grande pátria” se a Venezuela for atacada “algum dia” através de algum país estrangeiro.
Maduro lembrou que este movimento remonta a décadas, quando a Revolução Bolivariana deu os primeiros passos, uma vez que o povo, ainda “sem força armada”, se levantou contra o poder político detido pela oligarquia. Depois foram os militares, juntamente com Hugo Chávez, e agora são ambos componentes sob o legado do ex-presidente venezuelano.
“Vale a pena semear tantos valores”, disse Maduro, acrescentando que os venezuelanos estão lá destinado a construir “algo novo e surpreendente”, como fizeram há 200 anos, quando foram criados “o Grande Estado Colombiano” e “o Exército Popular Libertador Unido”, que libertou toda a América do Sul dos colonos espanhóis.
O presidente venezuelano sustentou isso A Venezuela continuará a “surpreender o mundo”, já que em suas mãos o poder popular e militar é a “poder nacional pela paz” e “construir a felicidade máxima” para a população diante de “qualquer um” agressão imperialista” que procura uma guerra na Venezuela, no Caribe e na América do Sul.
As recentes palavras de Maduro eles se somam aos comentários que ele fez recentemente, onde disse que recebeu de diversos países da América Latina e do Caribe manifestações de apoio do pessoal uniformizado da região, que lhe disseram que se os EUA ou qualquer país estrangeiro atacarem a Venezuela, juntar-se-ão na defesa da soberania de toda a região.
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