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“Nada detém uma nação quando o povo a sustenta”, afirma Sheinbaum

Cidade do México. Ao liderar a cerimónia do desfile militar por ocasião do dia da independência nacional, a presidente Claudia Sheinbaum afirmou que o povo conhece a sua força e a sua história, por isso «nenhuma ingerência é possível na nossa pátria. Nada detém uma nação quando o povo a sustenta e há um governo que não se afasta do seu povo».

Com a praça do Zócalo repleta de militares e marinheiros, a presidente centrou o seu discurso na reivindicação da soberania nacional e na defesa da independência. Por isso, recriminou os conservadores pela sua tendência para procurar apoio no estrangeiro para desqualificar o México, comparando-os com a actitude que esse sector teve quando trouxe Maximiliano ao apoiar o golpe de Estado de Victoriano Huerta.

Sheinbaum fez uma retrospectiva dos heróis e heroínas da pátria, com ênfase particular na contribuição das mulheres na luta pela independência. Com José María Morelos y Pavón, aprendemos que lutar pela independência não é apenas quebrar correntes, mas construir países justos.

“Nunca devemos esquecer que a independência é defendida todos os dias. É defendida no campo, nas fábricas, nas cidades, com os jovens e nas comunidades indígenas. Cada geração soube enfrentar o seu tempo, avançar pacificamente, avançando na transformação”, disse Sheinbaum.

Nesse contexto, a presidente enfatizou duas acções que ocorreram em seu primeiro ano de governo: a reforma constitucional para reafirmar a soberania nacional e o carácter inadmissível de qualquer ingerência ou intervenção estrangeira. Da mesma forma, destacou a escolha do Poder Judiciário para que a justiça seja igual para todos.

Por sua vez, o secretário-geral da Defesa Nacional, Ricardo Trevilla, apelou à unidade do povo para que, juntos, erradiquemos comportamentos antissociais como a delinquência, a toxicodependência, a discriminação e a violência.

O desfile começou com a apresentação dos primeiros contingentes da Guarda Nacional, do Exército e da Marinha, liderados por mulheres. Mais de 5 mil dos 16 mil militares que integram o contingente são mulheres.

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