Presidente Maduro destaca apoio maciço na ONU em defesa da Venezuela
A Venezuela recebeu amplo apoio durante a Assembleia Geral da ONU de 80°, em meio à agressão levada a cabo por Washington contra o país e a região.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro destacou o apoio em defesa do país e da região da América Latina e Caribe como Zona de Paz, expresso pela maioria dos países e grupos membros da Organização das Nações Unidas (ONU), em meio à agressão multiforme que os Estados Unidos estão realizando com um grande destacamento militar perto da costa venezuelana.
No seu programa Com Maduro+, o presidente venezuelano afirmou que a delegação chefiada por chanceler Yván Gil, completou com sucesso sua participação no 80° Assembleia Geral das Nações Unidas, realizado de 23 a 29 de setembro na cidade de Nova York.
Durante as reuniões, Venezuela consolidou o apoio de vários blocos regionais e globais, incluindo o Aliança Bolivariana (ALBA), o Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos CELAC, o BRICS (bloco liderado pelo Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e o Movimento Não-Alinhado, que reúne 120 nações.
#ENVIVO | Presidente de #Venezuela 🇻🇪, Nicolás Maduro, señala el fracaso del modelo capitalista de EE.UU.
— teleSUR TV (@teleSURtv) September 29, 2025
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O Presidente Maduro salientou ainda que se realizou uma reunião privada com o Secretário-Geral da ONU António Guterres, que reafirmou a importância de preservar a América Latina e o Caribe como território de paz. Além disso, expressou a sua preocupação com a escalada da agressão contra a Venezuela durante as últimas sete semanas.
Da mesma forma, destacou que o ministro das Relações Exteriores cubano, Bruno Rodríguez, e os líderes caribenhos expressaram «quase em uníssono, uma única voz do Caribe em apoio à Venezuela, porque o Caribe quer a paz».
Também enfatizou o apoio determinado da República Islâmica do Irão, da Rússia e da China e outros países que expressaram a necessidade de respeitar o direito internacional e não violar a soberania venezuelana.
Neste contexto, destacou a transformação produzida nos últimos anos ao nível das relações internacionais, onde se torna visível “um mundo pluripolar que não aceita mandato, ordem ou hegemonismo de nenhum país”.
O chefe de Estado venezuelano comparou o que estava acontecendo há alguns anos e o que aconteceu na Assembleia Geral da ONU de 80°: “Assim que o presidente dos Estados Unidos discursar na Assembleia das Nações Unidas, pelo menos 100 países repetirão as ideias principais do presidente dos Estados Unidos e apoiá-lo abertamente. Desta vez não aconteceu. Desta vez nem mesmo Israel. Porque Netanyahu falou para a sala vazia”.
Nesse sentido, afirmou que o Sionismo está a perder apoio e seus planos de extermínio contra a população Palestina, Libanesa, Síria e Iraniana são abertamente condenados.
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