Venezuela

Venezuela regista crescimento económico apesar da agressão externa

O presidente Nicolás Maduro disse que setores produtivos superaram divisões ideológicas para impulsionar o desenvolvimento, embora os ataques dos EUA à economia nacional persistam.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesta segunda-feira que a economia do país está fortalecida graças à união de todos os sectores produtivos, que superaram disputas ideológicas para se concentrar no desenvolvimento nacional.

Em conversa com a presidente da multiplataforma Telesur, Patricia Villegas, durante seu programa semanal Con Maduro+, o presidente ressaltou que os principais actores do capital em seus diferentes níveis, incluindo o sector empresarial, produtivo, comercial, financeiro e bancário, estão a trabalhar juntos para o progresso da economia venezuelana.

“Entendia-se que a economia não pode estar no palco da guerra da fratricida por elementos ideológicos e políticos”, ressaltou o chefe de Estado ao se referir ao consenso alcançado entre os diversos agentes económicos do país.

Porém, denunciou que a economia venezuelana continua a ser um “campo de guerra para o Império Americano” através de mecanismos de agressão que devem ser neutralizados. “Eles são os mecanismos que devem ser acabados de neutralizar e derrotar, e nós vamos fazê-lo”, disse ele.

O presidente disse que a economia venezuelana mantém um caminho de comportamento ascendente, que estima entre seis e sete por cento.

Isso apesar da investida de sectores da extrema-direita, que colaboram com os Estados Unidos para a desestabilização econômica do país sul-americano.

Nesse sentido, Maduro lembrou que “o comandante Chávez estava planejando uma guerra econômica contra a Venezuela” e descreveu como conseguiu superar, “embora ainda haja alguns equilíbrios que serão superados até que seja consolidada”, disse o presidente.

“Teremos que buscar e manter um grande equilíbrio entre o que é a produção nacional de satisfação das necessidades, a produção de riqueza e câmbio e reduzir ao máximo as importações não necessárias”, disse o presidente bolivariano.

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