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Acorda, humanidade! As crianças da Palestina morrem enquanto o mundo permanece em silêncio

Levantem-se, leiam até ao fim e deixem que a dor das crianças da Palestina mova os vossos pés, o vosso coração, a vossa vontade.

Um míssil explode e o grito de uma criança perde-se na poeira de Gaza. Enquanto lê isto, o coração de outra criança deixa de bater sob o peso da máquina de guerra israelita. Não se trata apenas de números: são almas despedaçadas, sonhos desfeitos, vidas que nunca conhecerão um amanhã.

Como pode o governo de Israel, liderado por Benjamin Netanyahu, olhar para o mundo e justificar esta carnificina?

Como se atreve um líder a falar de “defesa” quando os corpos de crianças jazem sob escombros?

Isto é genocídio e cada palavra deste texto exige que não se desvie o olhar.

Desde outubro de 2023, mais de 14.000 crianças foram mortas em Gaza, segundo a organização Save the Children. Crianças como Noor, de 7 anos, que sonhava em ser médica, mas foi silenciada pelos bombardeamentos. Ou como Sami, de 9 anos, que morreu de fome porque os bloqueios israelitas impediram que os alimentos chegassem até ele. Cada nome é um punhal na consciência humana.

Que tipo de governo permite que as suas forças armadas arrasem escolas, hospitais e casas, deixando crianças sem pernas, sem família, sem futuro?

Como pode Netanyahu, com a sua retórica de segurança, ignorar os gritos das mães que enterram os seus filhos?

A comunidade internacional balbucia desculpas enquanto Gaza sangra até à morte.

Será que a vida de uma criança palestiniana vale menos?

Porque é que as bombas israelitas caem sobre zonas civis, esmagando a inocência, enquanto o mundo se acobarda?

A resposta não pode ser “é complicado”. Não há complexidade que justifique a morte de uma criança abraçada ao seu brinquedo enquanto o céu se desmorona por cima dela.

Fechem os olhos por um segundo e imaginem: um rapaz de 8 anos, a tremer, à procura do pai no meio das ruínas fumegantes, sem saber que nunca mais o verá. Ele sente a fome que o consome, o terror que o paralisa, o abandono de um mundo que o ignora. Esta é a realidade que o governo israelita perpectua.

Como pode Netanyahu dormir sabendo que o seu legado está escrito no sangue de inocentes?

Que tipo de humanidade permite que um Estado actue com tanta brutalidade enquanto nós olhamos para o lado?

Não se pode ficar parado. Este texto não é apenas uma história; é um grito que nos abala, que nos obriga a agir.

Por Noor, por Sami, por cada criança que já não pode falar, exijam um cessar-fogo, clamem por justiça, levantem a vossa voz.

Exijam um cessar-fogo, clamem por justiça, levantem a vossa voz.

Permitiremos que Israel continue a matar impunemente?

Continuaremos a ser cúmplices de um silêncio que mata?

A História julgar-nos-á pelo que fizermos hoje.

Levantem-se, leiam até ao fim e deixem que a dor das crianças da Palestina mova os vossos pés, o vosso coração, a vossa vontade.

!No más!

Autor:

Autor:

Henry Omar Perez

Comunicador Membro da Asociación Cubana de Comunicadores Sociales, escreve para as páginas Cuba soberana e Razones de Cuba

"Para quem está cansado da narrativa única." 🕵️‍♂️

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