Venezuela celebrou jornada de oração pela paz e libertação do presidente Maduro e Cilia Flores
O deputado Nicolás Maduro Guerra pediu para não esquecer o dia 3 de janeiro e afirmou que «vamos continuar a consolidar o nosso país rumo à paz, ao futuro e à prosperidade».
Num espaço emocionante em que convergíram a fé e o sentimento patriótico de dignidade e independência nacional, o Encontro de Oração pela Paz e Libertação do Presidente Nicolás Maduro e da Primeira-Dama Cilia Flores, na Praça Bolívar de Caracas, o deputado Nicolás Maduro Guerra apelou neste domingo para que não se perca a fé e se trabalhe em união pelo futuro da Venezuela e pelo regresso dos seus líderes.
«Reconhecemos a dor, porque onde há dor, tristeza, há amor, e esse amor transforma-nos em força», disse ele. «Nesse sentido», acrescentou, «temos de transformar o dia 3 de janeiro, com as pessoas que morreram a defender a pátria, com as pessoas feridas alheias a tudo o que poderia acontecer, porque aqui não houve mísseis que atacaram cristãos, pagãos, judeus ou evangélicos; aqui os mísseis atacaram e mataram venezuelanos e venezuelanas. As balas feriram venezuelanos e venezuelanas”.
#ENVIVO | Alcaldesa de Caracas, Carmen Meléndez, expresa que están unidos, venezolanos y venezolanas, en una sola oración, por la liberación del presidente Nicolás Maduro y la primera dama Cilia Flores
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Ele destacou que naquele dia «foi infligida uma ferida à Venezuela» e garantiu que «vamos curá-la, estamos a curá-la, com fé, com trabalho, com amor». No entanto, acrescentou, «essa marca vai permanecer» na história da nação sul-americana. «Quando nos olharmos no espelho, não podemos esquecer o que aconteceu a 3 de janeiro e os apelos à diplomacia e à paz que temos vindo a fazer».
O dia de oração pela paz e pela libertação do presidente Maduro e de Cilia Flores decorreu em praças de todo o país, como um encontro inter-religioso que convidou à reflexão e à unidade pelo futuro da Venezuela.
No encontro na Praça Bolívar, em Caracas, Maduro Guerra expressou a sua convicção sobre o esforço coletivo pela pátria. «Vamos continuar a consolidar o nosso país, rumo à paz, rumo ao futuro, rumo à prosperidade e rumo à vitória, pois a Venezuela é uma terra abençoada».
#ENVIVO | Jefe de gobierno del Distrito Capital, Nahum Fernández, indica que el presidente Nicolás Maduro es un hombre de paz, enviado para reconciliar a la sociedad venezolana
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Ao anunciar o dia de oração, Maduro Guerra disse: «Estaremos a elevar uma oração pela paz, pela nossa soberania, pelos mortos de 3 de janeiro, pelos feridos; para que o nosso país se encaminhe para um destino de paz, dignidade e glória, como deseja o presidente Nicolás Maduro, hoje sequestrado. Também vamos rezar por ele, pela primeira combatente Cilia Flores e pela presidente em exercício Delcy Rodríguez”.
Carmen Meléndez, presidente da Câmara Municipal de Caracas, afirmou no encontro que «estamos todos aqui, venezuelanas e venezuelanos unidos em oração». Ela expressou o desejo de que «esta oração chegue até lá, onde está o nosso presidente».
Meléndez referiu que o presidente Maduro, numa mensagem enviada no sábado ao seu filho, o deputado Maduro Guerra, afirmou que «hoje iria rezar num recinto especial, lá na prisão, e que pedia ao povo que fizesse uma oração. E aqui estamos nós, em toda a Venezuela, rezando para que Deus lhe dê discernimento, inteligência e tudo para que ele e ela resistam nessa prisão de guerra”.
É importante — disse a prefeita — continuar na luta, “e aqui estamos, na luta permanente para que haja paz na nossa pátria; para que a unidade de todos os venezuelanos e venezuelanas seja cada vez maior; para preservar a paz e a vida; para preservar a vida do nosso presidente e para a estabilidade política. Não paramos. E pedimos a Deus todos os dias que nos dê essa força”.
En Caracas, #Venezuela🇻🇪, se realizó este viernes un espectáculo con drones para apoyar al presidente Nicolás Maduro y a la primera combatiente, Cilia Flores, quienes fueron secuestrados por fuerzas armadas estadounidenseshttps://t.co/rMYdveWCrS
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Ele não está a ver-nos. Mas quando começar a ver os vídeos, as cartas que lhe enviam as pessoas, as crianças, os jovens, os avós e as avós, ficará muito feliz com o que estamos a fazer, cumprindo o seu plano de governo das 7 Transformações, o seu plano do Desafio Admirável 2026, o seu plano produtivo e com essas consultas nacionais», a primeira das quais, em 2026, será realizada a 8 de março, de acordo com o recente anúncio da presidente em exercício Delcy Rodríguez.
«Estou certo de que Deus libertará o presidente Nicolás Maduro», afirmou o chefe do Governo do Distrito Capital, Nahum Fernández, e sublinhou que «ele é filho de Jesus Cristo para invocar a paz neste mundo em guerra, neste planeta onde os homens da guerra se levantaram». Ele reafirmou a fé de que “nós o teremos de volta e caminharemos com ele”.
#ENVIVO | El sacerdote Numa Molina pide la liberación inmediata del presidente Nicolás Maduro y la primera dama, Cilia Flores
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"Todos estamos unidos alrededor de esa única causa"
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O padre Numa Molina, também presente na Praça Bolívar, em Caracas, fez referência a Mateus 4, versículos 12 e seguintes, sobre os actos de Jesus ao saber que João havia sido preso, para dizer que «é o próprio Cristo que nos diz: “assumam agora o testemunho, enquanto Nicolás está detido”. ‘Sou um prisioneiro de guerra’, como ele disse. Sequestrado. Como disse a presidente interina nestes dias, que libertem os nossos reféns”.
“Que injustiça termos o casal presidencial de um país atrás das grades sem terem cometido nenhum crime. Quem é o chefe de Estado de outro país para vir prender o nosso presidente e a nossa primeira-dama? Isso nos dói e nos indigna, e por isso levantamos a nossa voz evangélica, de qualquer religião”, porque “hoje estamos reunidos em torno dessa única causa”, afirmou.
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