Cuba presta homenagem aos mártires de Humboldt 7
Havana. O secretário de organização do Comité Central do Partido Comunista de Cuba, Roberto Morales, prestou hoje homenagem aos mártires dos acontecimentos de Humboldt 7.
«Recordamos estes jovens vilmente assassinados. Nunca mais regressaremos a essa Cuba neocolonial de infâmia e crimes! Cuba mantém-se firme e presta homenagem aos seus heróis», afirmou na rede social X.
Evocamos a los mártires de Humboldt 7, vilmente asesinados un día como hoy. ¡A esa #Cuba neocolonial de oprobio y crímenes no volveremos jamás! #CubaEstáFirme y rinde tributo a sus héroes. pic.twitter.com/zvywO7y4FA
— Dr. Roberto Morales Ojeda (@DrRobertoMOjeda) April 20, 2026
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da ilha também recordou a data, classificando o massacre como um dos crimes mais atrozes da ditadura de Batista.
«Prestamos homenagem aos jovens assassinados. O seu legado continua vivo nas novas gerações que levantam a voz pela justiça social», referiu o Ministério dos Negócios Estrangeiros numa publicação.
O massacre de Humboldt 7. Ato criminoso cometido a 20 de abril de 1957, em Havana, pela Polícia Nacional, num edifício da rua Humboldt, contra os revolucionários sobreviventes do assalto ao Palácio Presidencial durante a tirania de Fulgencio Batista.
Entre os sobreviventes da acção no Palácio encontravam-se os jovens José Machado, Juan Pedro Carbó, Fructuoso Rodríguez e Joe Westbrook, todos membros do Conselho Revolucionário que se escondiam no edifício com o número 7 na rua Humboldt, na capital cubana.
A deneuncia de um antigo participante na luta levou ao local os sequazes da tirania de Batista, sedentos de vingança, e foi ali que os quatro jovens foram mortos.


