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Terroristas que pretendiam entrar pela fronteira da Venezuela foram capturados

De acordo com o presidente venezuelano, mais da metade dos membros dessa rede são assassinos colombianos, trazidos pelo mar do Caribe, que contavam com um lote de armas.

A 2 de junho, capturamos um grupo de terroristas no leste do país com um lote de armas de guerra provenientes de Trinidad e Tobago, entre os quais metade são colombianos, sicários colombianos, trazidos pelo mar do Caribe para entrar», declarou o presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro, durante a posse da recém-eleita governadora de Sucre, Jhoanna Carrillo.

O chefe de Estado reiterou seu apelo ao povo venezuelano para que esteja alerta diante dos planos da extrema direita fascista no país. «Estejam atentos, porque eles não conseguiram nem conseguirão implantar a violência no país», indicou Maduro Moros.

«O que fazem os restos e as reminiscências do fascismo? O que fizeram durante o primeiro trimestre deste ano? Atacar a economia, preparar ataques terroristas que conseguimos neutralizar com a captura dos chefes mais importantes dos grupos terroristas», refletiu o mandatário.

Como parte do seu discurso, Maduro Moros afirmou que a paz tem sido a grande vitória do povo venezuelano nos seus anos de luta. Ao mesmo tempo, ele destacou que «este é um direito que conquistámos com muito esforço, ninguém nos deu o direito de ter uma democracia verdadeira, ninguém nos deu o direito de ter um país bonito (…) e 26 anos depois, esta Revolução está, após 32 eleições, a triunfar», acrescentou.

O presidente da Venezuela perguntou aos participantes da cerimónia de posse se os venezuelanos não têm direito à paz, à normalidade e à tranquilidade. Ao mesmo tempo, reiterou: «Vamos lutar quarteirão por quarteirão, rua por rua, povo por povo, para que na Venezuela continue a consolidar-se a paz como direito popular, o direito ao futuro como direito nacional», acrescentou.

Perante os habitantes de Cumaná, Nicolás Maduro expressou o seu agradecimento pela eleição de Jhoanna Carrillo como governadora de Sucre. A propósito, destacou a trajetória de Carrillo, que conheceu nas ruas como parte do povo organizado. 

«O dia 25 de maio não foi o fim de um caminho, mas o início de uma nova etapa de uma nova trajectória para unir todas as forças do estado de Sucre e construir a verdadeira democracia», afirmou. Nesta terça-feira, o presidente evocou o legado do Grande Marechal de Ayacucho, Antonio José de Sucre, a quem qualificou como o executor da liberdade sul-americana.

Fonte:

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