Venezuela

A Venezuela Bolivariana lança luz sobre as acções dos “Narco” Rubio

O grupo de "Narco" Rubio assedia as costas do país, ameaçando com toda uma frota que inclui porta-aviões e submarinos atómicos, enquanto o povo, o Governo e o Exército da Venezuela se preparam para defender a pátria.

“Narco” Rubio, o imperialista que persegue os povos livres da América Latina, é quem lidera a contínua agressão a Cuba, merece substituir o volúvel Trump, que pode desaparecer nas próximas eleições, mas também é quem lidera a actual agressão contra a Venezuela.

O que pretende o Departamento de Estado gringo? Talvez considere que a oportunidade de roubo se torna cada vez mais difícil e que agora ou nunca devem assaltar a Venezuela. As riquezas não esperam, quanto mais soberano é o país, menos oportunidades há para ficar com as suas riquezas, até a golpista María Corina os apressa, incitando-os com a promessa de lhes dar tudo o que se encontra em território venezuelano. E aqui vem o que aconteceu nos últimos dias: o que os “narco” Rubio chamam de guerra contra o narcoterrorismo não é uma guerra contra os cartéis de drogas, é, em princípio, uma provocação para acelerar a guerra do fascismo da classe dominante dos EUA contra o povo bolivariano.

Para que serve o uso da violência bélica no Caribe? Tudo indica que os Rubio querem guerra na região, querem enterrar a paz. As riquezas venezuelanas são bem conhecidas, sempre cobiçadas desde que o presidente Chávez, com o Governo Bolivariano, impulsionou a protecção de todo o território e seus pertences. Assim se tornou o Estado soberano da Venezuela, com líderes governamentais que pertencem à maioria do povo. A Venezuela não é imperialista, não ataca ninguém, não rouba ninguém, não tem um governo proveniente do complexo militar-industrial da matança humana norte-americana, tornou-se um governo eleito pela grande maioria, reconhecido nas instâncias internacionais e desenvolvido eleitoralmente por milhares de observadores internacionais que assistem a cada um dos eventos que o originam. Aqueles que acusam o presidente Maduro deveriam apontar aqueles que são eleitos por minorias insignificantes e apoiam os insultos políticos da “novata” golpista Corina Machado contra o governante que, sucedendo ao presidente assassinado Chávez, vem fortalecendo o país do petróleo.

Os ataques imperialistas contra pescadores em águas internacionais já causaram mais de 70 mortes. Quem deveria ser condenado nos tribunais internacionais? Além disso, o grupo de “Narco” Rubio assedia as costas do país, ameaçando com toda uma frota que inclui porta-aviões e submarinos atómicos. O que fazer? O povo, o governo e o exército da Venezuela preparam-se para defender a pátria, mobilização geral, todos aos seus postos e fortalecimento ideológico. A Venezuela defende-se.

Desde a ONU, Antonio Guterres e Volker Turk, secretário-geral e comissário para os Direitos Humanos, pediram que os EUA respeitem o Direito Internacional, e a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sra. Zajarova, acusou os EUA de violar a legislação americana e o Direito Internacional. E acrescentou que “a Rússia defende a preservação da região da América Latina e do Caribe como uma zona de paz”.

O império tem uma componente de mentira que envolve cada uma das suas guerras, e este caso segue a regra que moldou a sua história. Quem desconhece esse princípio também se irá deparar com uma proposta inocente: se os Rubio querem drogas, devem procurá-las nos gabinetes do seu governo, onde lavam toda a sujidade do mundo.

Fonte:

Autor:

Ramón Pedregal Casanova

Membro da Rede de Artistas e Intelectuais em Defesa da Humanidade. Capítulo (Espanha) É autor dos livros: Gaza 51 dias; Palestina. Crónicas de vida e Resistência; Diário de Crise; Belver Yin na perspectiva de género e Jesús Ferrero; e Sete Novelas da Memória Histórica. Posfácios. Presidente da AMANE. Membro da Associação Europeia de Apoio aos Detidos Palestinianos. Membro da Rede de Artistas, Intelectuais e Comunicadores Solidários com a Nicarágua e o FSLN. Colaborador do canal antiimperialistas.com, da Rede em Defesa da Humanidade.

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