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O Presidente Maduro rejeita a decisão dos EUA de retirar o TPS aos venezuelanos

Para além do governo, o Presidente salientou que os autores desta decisão são o Secretário de Estado Marco Rubio e a congressista republicana María Elvira Salazar.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, repudiou nesta terça-feira a decisão das autoridades dos Estados Unidos (EUA), influenciadas pelo presidente Donald Trump e sua política anti-imigração, de retirar o Status de Proteção Temporária (TPS), que permitia que 350 mil imigrantes venezuelanos vivessem e trabalhassem legalmente no país.

As palavras do presidente vieram como parte dos 130 dias de governo, oportunidade em que ele está presente em obras que estão sendo construídas e entregues ao povo, como a Maternidade Petare, no estado de Miranda, que foi reabilitada e de onde o presidente rejeitou a medida contra os venezuelanos.

“Rejeito e repudio a tentativa criminosa de retirar o TPS aos migrantes”, disse o presidente, sublinhando que os autores desta decisão são também o secretário de Estado, Marco Rubio, e a congressista republicana, María Elvira Salazar.

“E quem é que os tirou? Marco Rubio, María Elvira Salazar e toda a máfia de Miami são os que pediram que o TPS fosse retirado”, disse ele.

Perante isto, assegurou que o objetivo agora é reunir toda a família venezuelana num país mais forte e recuperado.

“Mais cedo do que tarde, numa Venezuela recuperada, numa Venezuela próspera e forte… todos os migrantes regressarão ao seio da família e reunirão toda a família venezuelana, que os recebe de braços abertos para continuar a trabalhar para o futuro”, sublinhou.

Seguindo esta linha, salientou que é altura de construir um país mais sólido, indicando que “é a única terra abençoada e pátria que temos”.

“Vamos torná-la grande para que todos esses migrantes que tiveram de regressar por causa da guerra económica e também por causa da guerra das redes, que os fizeram acreditar que iam para o paraíso, que partiram com o sonho americano e acabaram na tragédia americana”, e que mais ninguém tenha de migrar, acrescentou.

Fonte:

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