Reformados do Equador mobilizam-se contra o governo de Noboa
Os manifestantes denunciam ainda que o Presidente Daniel Noboa pretende transformar o Banco IESS num espólio político e financeiro.
Os reformados do Instituto Equatoriano de Segurança Social (IESS) saíram à rua esta quinta-feira em várias cidades do país para rejeitar a proposta de Lei de Reforço e Sustentabilidade do Crédito e denunciar o incumprimento do Governo na devolução do IVA, entre outras decisões que, alegam, colocam em risco a segurança social e a estabilidade económica dos reformados.
Em Quito, a concentração decorreu em frente à Assembleia Nacional, enquanto noutras províncias as manifestações estiveram espalhadas em frente aos gabinetes dos governadores e às sedes regionais do IESS.
Entre os manifestantes encontra-ve Fabiola Basantes, que afirmou: “Isto não é só contra os reformados, é contra os jovens, os trabalhadores de hoje, que amanhã podem ficar sem segurança e sem apoio”.
A manifestante denunciou que o projecto enviado pelo presidente Daniel Noboa visa transformar o Banco IESS num espólio político e financeiro, enfraquecendo uma instituição construída com o esforço de gerações de trabalhadores.
🔴 Jubilados marchan en Ecuador
— Elena Rodríguez Yánez (@ElenaDeQuito) September 4, 2025
Los jubilados del Instituto Ecuatoriano de Seguridad Social (IESS) se movilizan este jueves 4 de septiembre en todo el país para rechazar el proyecto de Ley de Fortalecimiento y Sostenibilidad Crediticia y otras decisiones del Gobierno, como el… pic.twitter.com/Y0DYdOLp7r
Os reformados alegam que, para além desta iniciativa legal, o Executivo não cumpriu o reembolso do IVA, o que afecta diretamente a sua já precária economia. Exigem:
- Transparência na gestão dos fundos IESS.
- Garantias para pensões actuais e futuras.
- Participação ativa dos membros e reformados nas decisões relativas à sua segurança social.
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